sábado, 8 de novembro de 2014

Estupro não é nem nunca foi nem vai ser cultura e muito menos ato de amor.
Estupro é VIOLÊNCIA SEXUAL e portanto é CRIME.
Então mulherada,vamos recorrer aos seguintes órgãos:
Ministério Público Estadual
Ministério Público Federal
Instituto Médico Legal
Polícia - Ligue 190
Delegacia da Mulher
Central de Atendimento a Mulher - Ligue 180

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

O ciúme é um dos sentimentos destrutivos que mais afetam os relacionamentos

Podemos dizer que só existem duas possibilidades, ou o ciumento tem razão em ter ciúmes ou não tem. Ou seja, ele está sendo traído ou não. Esta é a questão básica no ciúme: a incerteza. O ciúme é recheado de incertezas, duvidas, possibilidades horrorosas de traição que nunca se confirmam mas sempre se insinuam.
Para o ciumento sentir-se melhor ocorrem "tentativas" insanas de segurança como por exemplo proibir a outra pessoa de usar roupas justas, de sair com amigos, de chegar tarde, de não telefonar a cada 15 minutos para dizer onde está.
Estas "tentativas" de segurança não dão certo, ou seja não proporcionam segurança e o ciúme não é eliminado, pelo contrario a cada proibição e exigência o ciúme fica mais forte pois algo dentro dele diz que a outra pessoa não o traiu porque ele “fechou o cerco”, sendo assim ele sente que precisa ser cada vez mais controlador. Com este comportamento não há relacionamento que resista.
Há duas opções:
- Considerar que está se relacionando com alguém com possibilidade de trai-lo  - neste caso devemos se dar conta de que este relacionamento não merece continuidade.
- Perceber que não está se relacionando com alguém com possibilidade de trair – neste caso concluímos que o ciúme não tem base para continuar.
O problema do ciúme costuma ser levado a psicoterapia quando a pessoa chega a esta conclusão: tenho um ciúme exagerado sem qualquer base para tê-lo. Neste caso o sentimento é percebido como desproporcional e sem fundamento.
Quando o ciúme é grande sempre compromete o relacionamento, e não há como a outra pessoa considerar que seja amor.
É possível que a pessoa que sente ciúme exagerado, desproporcional e infundado tenha vivido situações de muita insegurança com aqueles que deveriam ser de maior confiança (talvez seus pais).
A psicoterapia vira a reestruturação destes sentimentos de forma a não haver mais a confusão de papéis e a transferência de sentimentos onde as pessoas que estão hoje na vida deste paciente acabam “pagando o pato” por situações vividas anteriormente pelo paciente.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Se a rua e os transportes são públicos, as mulheres tem o direito de andar com toda tranquilidade, sem serem abusadas.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Não se pode chamar de submissas apenas as mulheres que se submetem a abuso de namorado ou de marido. As mães que são agredidas por seus filhos, se não reagem, estão sendo submissas e minha recomendação neste caso é que se afastem deles e os denunciem, por mais doloroso que seja.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Agressão no relacionamento

Sinais de que uma relação deixou de ser saudável e está começando a ser doentia

Os primeiros sinais podem ser sutis, e podem ser percebidos quando começa a faltar respeito e consideração pela outra pessoa. Esta falta de respeito pode ser notada até mesmo nas situações mais simples do dia a dia como, por exemplo, não considerar sua escolha no sabor da pizza e encomendar algo que agrade só a ele, levantar a voz até mesmo para solicitar um copo, brigar pelo fato de ter olhado pela janela do carro, etc.
São comportamentos agressivos que muitas vezes passam despercebidas no inicio, porque muitas vezes podem mesmo indicar apenas uma fase de estresse que se normaliza, mas também pode indicar que o comportamento e a visão que este parceiro tem do relacionamento está mudando. Em um relacionamento saudável não existe uma parte “superior” a outra, por isso é importante observar se está sendo implantada a crença , ou a falsa percepção, de que a mulher deve “obedecer” ou se curvar a pequenos caprichos.

Como diferenciar um ciúme normal de ciúme doentio, agressivo, em uma relação

A intensidade. O ciúme normal é brando e acompanhado de gestos de carinho. O ciúme normal é uma tentativa de conquistar e reconquistar a outra pessoa. É um “medinho” de perder sem chegar ao limite do desejo de controle sobre a outra pessoa.

Como identificar se uma pessoa tem um potencial de agressividade antes de se envolver com ela

É muito difícil. Uma das coisas mais difíceis em psicologia é a previsão de comportamento, por isso os psicólogos trabalham muito no sentido de oferecer flexibilidade as pessoas, ou seja, se cada mulher tiver condições de repensar seu relacionamento a cada instante e capacidade de decidir por romper o relacionamento quando as mudanças ocorrerem,  diminuiremos o risco de chegar a agressões tão fortes a ponto de ferir física ou emocionalmente.
Eu gostaria de poder dizer que uma pessoa que teve um comportamento X numa determinada situação com certeza terá comportamentos Y num futuro próximo. Mas isso não é possível. Qualquer pessoa pode passar por momentos de fragilidade emocional onde seus comportamentos sairão do esperado por um período, mas em outros momentos voltará à normalidade. Nem sempre é possível identificar se estes momentos serão breves e sem maior gravidade ou se estamos diante de um futuro agressor.

Algumas mulheres  continuam em relacionamentos mesmo estando infelizes com o comportamento do parceiro

Algumas crenças do tipo “não devemos desistir nunca” podem atrapalhar. As pessoas podem confundir que não devem desistir de sua felicidade com não poder desistir de seu parceiro mesmo que este seja agressivo.
Para outras mulheres o que atrapalha talvez seja a crença de que não conseguirão seguir adiante em suas próprias vidas sem estarem ligada a um homem.
Para outras talvez a eterna fé de que este homem melhorará, pois muitos prometem esta melhora diariamente mas mesmo assim não cumprem.
Mas algumas acabam acreditando que devem subserviência ao homem, acreditam que devem obedecê-lo e nunca os abandonar. O agressor tem interesse em manter a agredida sempre por perto e falará coisas que a sensibiliza mantendo-a próxima.

É impossível trabalhar em relacionamentos agressivos para que melhorem

É impossível que homens violentos tenham solução. É impossível que este homem sofra apenas de alguns danos emocionais que o levam ao comportamento agressivo, e é certo que este homem tenha algum quadro clinico mais grave como por exemplo a sociopatia, onde dificilmente haverá mudanças.
Mas nem sempre se trata de dificuldades psicológicas do homem, ele pode ser agressivo simplesmente devido a sua personalidade. Personalidade não pode ser alterada, é impossível.

Se não tiver como melhorar, como fazer para se livrar dessa relação

Com o máximo de cuidado para não se ferir ainda mais. Procure ajuda onde puder, nos amigos, na família e até com um psicólogo.

Como  driblar o medo de ser agredida novamente

Caso o relacionamento tenha deixado traumas a psicoterapia poderá ajudar bastante. O psicólogo pode ajudar tanto a entender o porque desta mulher ter entrado neste relacionamento e fortalecê-la para que os novos relacionamentos sejam mais saudáveis.

Se a pessoa dá sinais claros de agressividade, há alguma possibilidade de diminuir e controlar isso apenas com conversa ou é preciso uma atitude mais drástica como sair de casa e se mudar para um lugar longe, por exemplo?

Não adianta conversar. A mulher deve tomar atitudes drásticas mas com certeza deve deixar claro ao homem que não aceita o comportamento dele e que tem consequências maléficas.

Há um “limite” do que é aceitável

O limite do aceitável tem tanto um componente cultural como pessoal. Algumas mulheres convivem bem com um homem que levanta a voz todos os dias, mas nunca passa disso, outras não admitem levantada de voz.
Alguns levantam a voz hoje e caso não sejam alertados de que este comportamento não será aceito podem ir aumentando a agressão até o limite do insustentável. Mas outros podem não ter a necessidade de serem mais agressivos e não abusam nem se não forem alertados.

Orientação à mulher agredida

Caso a agressão tenha sido forte o suficiente para ela perceber risco a sua integridade física ou mental ela deve recorrer a Policia, Delegacia da Mulher, Ministério Público e demais órgãos de defesa da mulher e pedir ajuda e orientação a quem ela perceber que tenha estrutura para ajuda-la, ou seja: família, amigos ou ajuda profissional como psicólogo.

domingo, 2 de novembro de 2014

Os procedimentos que um mercenário de branco fizer sem que a parturiente consinta precisam ser enquadrados como estupro.

sábado, 1 de novembro de 2014

Veja como denunciar a violência doméstica

No Brasil há um número específico para receber esse tipo de denúncia,180, a Central de Atendimento à Mulher. O serviço funciona 24 horas por dia, todos os dias do ano e a ligação é gratuita. Há atendentes capacitados em questões de gênero, políticas públicas para as mulheres, nas orientações sobre o enfrentamento à violência e, principalmente, na forma de receber a denúncia e acolher as mulheres.
O Conselho Nacional de Justiça do Brasil recomenda ainda que as mulheres que sofram algum tipo de violência procurem uma delegacia, de preferência as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM), também chamadas de Delegacias da Mulher. Há também os serviços que funcionam em hospitais e universidades e que oferecem atendimento médico, assistência psicossocial e orientação jurídica.
A mulher que sofreu violência pode ainda procurar ajuda nas Defensorias Públicas e Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, nos Conselhos Estaduais dos Direitos das Mulheres e nos centros de referência de atendimento a mulheres.
Se for registrar a ocorrência na delegacia, é importante contar tudo em detalhes e levar testemunhas, se houver, ou indicar o nome e endereço delas. Se a mulher achar que a sua vida ou a de seus familiares (filhos, pais etc.) está em risco, ela pode também procurar ajuda em serviços que mantêm casas-abrigo, que são moradias em local secreto onde a mulher e os filhos podem ficar afastados do agressor.