Blog que criei como forma de promover o fim da violência que os "homens" praticam contra as mulheres,um crime que precisa urgentemente ser banido.
sábado, 11 de abril de 2015
quarta-feira, 8 de abril de 2015
As práticas de violência obstétrica mais comuns
Agressões verbais, recusa de atendimento, privação de acompanhante, lavagem intestinal, jejum, episiotomia, separação de mãe e bebê saudável, introdução de chupeta e complemento sem autorização estão entre as práticas mais comuns.
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Assédio em locais públicos é CRIME. Tem que ser respeitada a vontade das mulheres
As mulheres não gostam de receber cantada na rua. Dar cantada é violência contra a mulher, independentemente do que digam os perpetuadores dessa prática. É impossível dissociar a ação desses indivíduos das demais agressões físicas e psicológicas das quais as mulheres são vítimas. São todas parte de um mesmo desprezo pelos direitos do próximo. É crime. Sempre que existe interação sexual não consensual é crime, e os agressores têm de ser individualmente responsabilizados por isso.
domingo, 5 de abril de 2015
O Caráter Psicológico da Violência Obstétrica
Toda ação ou comportamento que cause na mulher sentimentos de inferioridade, vulnerabilidade, abandono, medo, insegurança, perda de integridade, dignidade.
Exemplos: piadas, humilhações, grosserias, chantagens, ofensas, omissão de informações, informações em linguagem pouco acessível, desrespeito `a padrões culturais, preconceito, discriminação, culpabilização, chantagem, privação do contato com o bebê, privação a um acompanhante na hora do parto - Lei Federal no 11.108/2005, a RDC 36/2008 da ANVISA, as RNs 211 e 262 da ANS e o Estatuto da Criança e do Adolescente, no caso das adolescentes grávidas - comentários maldosos, chacotas, humilhação, ameaças
Exemplos: piadas, humilhações, grosserias, chantagens, ofensas, omissão de informações, informações em linguagem pouco acessível, desrespeito `a padrões culturais, preconceito, discriminação, culpabilização, chantagem, privação do contato com o bebê, privação a um acompanhante na hora do parto - Lei Federal no 11.108/2005, a RDC 36/2008 da ANVISA, as RNs 211 e 262 da ANS e o Estatuto da Criança e do Adolescente, no caso das adolescentes grávidas - comentários maldosos, chacotas, humilhação, ameaças
sábado, 4 de abril de 2015
Riscos da episiotomia
Além de não existir evidências de que o procedimento traz benefícios à parturiente, ainda existem as possibilidades de dores, edemas, infecções, hematomas e dores durante o ato sexual.
A episiotomia é uma agressão e uma mutilação vaginal por ser praticada sem o consentimento da mãe, além de causar dor, demorar a cicatrizar, causar queloide, dessensibilização ou hipersensibilização, requerer mais pontos que uma laceração natural e estourar com mais facilidade.
A episiotomia não apresenta NENHUM benefício, e associa-se a danos consideráveis como dor, maior necessidade de analgésicos e lacerações perineais graves.
CONCLUSÃO: Na ausência de benefícios e com um potencial para malefícios, o procedimento PRECISA ser abandonado. Episiotomia é violência contra a mulher.
A episiotomia é uma agressão e uma mutilação vaginal por ser praticada sem o consentimento da mãe, além de causar dor, demorar a cicatrizar, causar queloide, dessensibilização ou hipersensibilização, requerer mais pontos que uma laceração natural e estourar com mais facilidade.
A episiotomia não apresenta NENHUM benefício, e associa-se a danos consideráveis como dor, maior necessidade de analgésicos e lacerações perineais graves.
CONCLUSÃO: Na ausência de benefícios e com um potencial para malefícios, o procedimento PRECISA ser abandonado. Episiotomia é violência contra a mulher.
sexta-feira, 3 de abril de 2015
O que leva um "homem" a assediar uma mulher?
É preciso existir uma predisposição de caráter para que haja esta prática.
E o caráter é inato e não adquirido.
Por mais que o indivíduo seja fruto das experiências que viveu ao longo da vida, a atitude está relacionada ao caráter. Infância conturbada ou cheia de violências e desrespeitos pode estar relacionada a essas práticas.
E o caráter é inato e não adquirido.
Por mais que o indivíduo seja fruto das experiências que viveu ao longo da vida, a atitude está relacionada ao caráter. Infância conturbada ou cheia de violências e desrespeitos pode estar relacionada a essas práticas.
quinta-feira, 2 de abril de 2015
O CICLO DA VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
A violência doméstica funciona como um sistema circular – o chamado Ciclo da Violência Doméstica – que apresenta, regra geral, três fases:
1. aumento de tensão: as tensões acumuladas no cotidiano, as injúrias e as ameaças tecidas pelo agressor, criam, na vítima, uma sensação de perigo iminente.
2. ataque violento: o agressor maltrata física e psicologicamente a vítima; estes maus-tratos tendem a escalar na sua frequência e intensidade.
3. lua-de-mel: o agressor envolve agora a vítima de carinho e atenções, desculpando-se pelas agressões e prometendo mudar (nunca mais voltará a exercer violência).
Este ciclo caracteriza-se pela sua continuidade no tempo, isto é, pela sua repetição sucessiva ao longo de meses ou anos, podendo ser cada vez menores as fases da tensão e de apaziguamento e cada vez mais intensa a fase do ataque violento. Usualmente este padrão de interação termina onde antes começou. Em situações limite, o culminar destes episódios poderá ser o homicídio.
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