- Não é amor se te machuca.
- Não é amor se te controla.
- Não é amor se te faz sentir medo de ser quem você é.
- Não é amor se te bate.
- Não é amor se te humilha.
- Não é amor se te proíbe de usar as roupas que gosta.
- Não é amor se te duvida da sua capacidade intelectual.
- Não é amor se não respeita sua vontade.
- Não é amor se força sexo.
- Não é amor se duvida constantemente da sua palavra.
- Não é amor se não confia em você.
- Não é amor se te impede de estudar e/ou trabalhar.
- Não é amor se te trai.
- Não é amor se te chama de burra e de louca.
- Não é amor se você chora mais do que sorri.
- Não é amor se agride teus filhos.
- Não é amor se agride teus animais de estimação.
- Não é amor se mente constantemente para você.
- Não é amor se te diminui, se te compara, se te faz sentir pequena.
O nome disso é ABUSO.
E você merece AMOR. Muito amor.
Existe vida fora de um relacionamento abusivo.
Acreditem em mim!
Rui Ricardo Soares Melo Filho
Criador deste blog
Blog que criei como forma de promover o fim da violência que os "homens" praticam contra as mulheres,um crime que precisa urgentemente ser banido.
quinta-feira, 23 de março de 2017
quarta-feira, 22 de março de 2017
Gritar, xingar e humilhar se chama violência moral. Não é uma simples discussão, não se trata de calor da emoção. Se trata de deformar o psicológico da mulher, fazendo com que a mesma se sinta culpada. As consequências deste tipo de agressão são a depressão e outras doenças psicossomáticas, perda de auto-estima e vontade de viver. Denuncie!
terça-feira, 21 de março de 2017
Não é preciso ser agredida fisicamente para estar em uma relação violenta
Diferente do que se imagina, não é preciso ser agredida fisicamente para estar em uma relação violenta. Algumas palavras e atitudes podem ferir a autoestima de uma mulher tanto quanto. E isso tem nome: violência psicológica.
Qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da autoestima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação. O agressor normalmente usa essa tática para fazer com que a parceira se sinta acuada e insegura, sem chance de reagir. Esse tipo de violência normalmente precede a agressão física que, uma vez praticada e tolerada, pode se tornar constante.
A violência psicológica acontece quando ele…
1. Quer determinar o jeito como ela se veste, pensa, come ou se expressa.
2. Critica qualquer coisa que ela faça; tudo passa a ser ruim ou errado.
3. Desqualifica as relações afetivas dela: ou seja, amigos ou família “não prestam”.
4. A xinga de ”nomes baixos”, “imprestável”, “retardada”, etc…
5. A expõe a situações humilhantes em público.
6. Critica o corpo dela de forma ofensiva, e considera como uma “brincadeira”.
…entre outras formas de violência que são subjetivas e que, muitas vezes, passam despercebidas no dia a dia.
quarta-feira, 15 de março de 2017
terça-feira, 14 de março de 2017
quinta-feira, 9 de março de 2017
Ciúme e submissão estão ligados diretamente a violência contra a mulher
Nenhuma mulher deve excluir ou bloquear amigos nem deletar o face por causa de ciúme de "namorado" ou de "marido". Isso não é amor. O "homem" que age assim está tolhendo a liberdade e a mulher que aceita esse abuso está sendo submissa. É do ciúme deles e também da submissão que se origina a violência contra as mulheres.
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