quarta-feira, 25 de julho de 2018

Gaslighting: você pode estar sendo manipulada

Saiba reconhecer os sinais desse comportamento opressor que pode fazer com que você duvide de suas próprias percepções

Provavelmente, não é exagero dizer que toda mulher já passou por alguma situação em que alguém, geralmente um homem, e mais frequentemente o parceiro romântico (seja ele marido, namorado ou algo menos sério), questiona a autenticidade de um sentimento feminino de raiva, frustração ou tristeza em relação a algo feito pelo homem.

Esses questionamentos passam por alegar histeria, dizer que a mulher está sendo “dramática”, que ela é “louca”, que não há motivos para tanto, e que a mulher está “defensiva” e seguem na direção de questionar a própria memória da mulher (quando o homem insiste que disse algo que a mulher lembra claramente que não foi dito).
Esse tipo de comportamento masculino tem um nome e – cuidado! – é extremamente nocivo para a mulher. Ele se chama Gaslighting devido a um filme de mesmo nome.
O gaslighting pode ser qualificado como violência de controle/cerceamento ou também como violência psíquica/verbal. Em relação a esses tipos de violência, a pesquisa Mulheres Brasileiras nos Espaços Públicos e Privados, realizada em 2010, pela Fundação Perseu Abramo em parceria com o SESC, revelou dados alarmantes: 24% das mulheres entrevistadas afirmaram ter sofrido algum tipo de violência em forma de controle/cerceamento, e 23% passaram por violência psíquica/verbal.
Esses números podem não ser completamente precisos, uma vez que algumas mulheres não tem coragem que assumir terem sofrido violência. E, no caso do gaslighting, pode ser ainda pior, por suas características sutis, que serão apresentadas na sequência.
Luciana Kotaka, psicóloga e coaching de qualidade de vida de Curitiba, explica que o gaslighting é um comportamento que visa levar a outra pessoa a pensar que está louca, “que sua percepção a respeito de um fato está errada, que não sabe sobre o que está falando, que pode estar doente e psicótica. De uma forma mais resumida é promover a culpa na parceira, levando-a a achar que não tem noção de realidade, que situações onde a pessoa soube de algum fato ou presenciou não aconteceu, que são alucinações de sua mente, desmentindo as suas memórias. Levantar dúvidas, desmerecer sua percepção da realidade.”
Apesar de ser mais comumente direcionado contra mulheres pelos seus parceiros, a psicóloga alerta que “esse comportamento pode ocorrer também em outras formas de relações, como pais e filhos e até mesmo no ambiente de trabalho.”
Nesse tipo de relação, o abusador tende a distorcer, omitir ou mesmo inventar informações, fazendo a vítima duvidar de sua memória e sanidade. Ele também pode afastar a vítima de pessoas conhecidas, convencendo-a de que é o melhor a se fazer, ou que aquelas pessoas que foram afastadas eram pessoas ruins.

Conheça os sinais para identificar o gaslighting

Há alguns comportamentos que, quando identificados logo, podem evitar que você seja vítima de gaslighting. De acordo com Luciana Kotaka, desconfie se:
  • O parceiro sempre tenta levar a pensar que você está sendo incoerente, que está inventando situações, vendo coisas onde não existem, que está enlouquecendo;
  • Mesmo tendo certeza de algum fato, consegue se sentir culpada por estar acusando o outro, acreditando que possa estar errada e não enxergando a realidade;
  • Você tende a aceitar agressões por achar que você mesma desencadeou o comportamento do outro;
  • Mesmo tendo certeza que um objeto estava em determinado lugar, o parceiro afirma que não estava, afirmando que é você quem está mentindo, quando você;
  • Começar a duvidar de forma constante de suas percepções, porque está se sentindo culpada com frequência ou mesmo errada;
  • Seu parceiro tentar constantemente negar comportamentos que realmente teve.
Além desses sinais, comentados pela psicóloga, é importante ficar atenta quando:
  • O parceiro insistentemente tenta te afastar de amigos e parentes, geralmente justificando que isso é para seu próprio bem. Diz que você acredita mais nas outras pessoas do que nele, e se faz de magoado;
  • O parceiro começar a dizer que você é histérica, muito estressada, ou que não aceita brincadeiras;
  • Ele tenta justificar agressões físicas ou verbais com argumentos como: “você me tirou do sério”, “eu estava bêbado”, “eu nunca faria isso com você, mas eu fiquei maluco de ciúmes”, entre outras falas semelhantes. Lembre-se, você nunca é responsável por qualquer tipo de violência que realizem contra você;
  • Você se pergunta constantemente se é sensível demais, ou se está louca ou confusa;
  • Você está sempre se desculpando para seu parceiro, e justificando para amigos e familiares as atitudes de seu parceiro;
  • Você esconde acontecimentos negativos envolvendo seu parceiro de amigos e familiares para evitar ter de explicar ou justificar;
  • Você sabe que há algo errado em seu relacionamento, mas não consegue identificar o que é;
  • Você tem dificuldades em tomar decisões simples sem consultar seu parceiro;
  • Você se questiona se você é uma esposa/namorada/pessoa “boa o suficiente”;
  • Ele começa a acusar você de ter imaginação fértil quando você o questiona sobre a possibilidade de que esteja acontecendo alguma coisa fora do normal na relação (uma infidelidade, por exemplo);
  • Ele te acusa de ser ciumenta, possessiva ou exigente quando na verdade nenhuma de suas ações levam a isso;
  • Ele desvaloriza as suas opiniões, afirmando que, para seu próprio bem, você não deveria falar sobre um assunto determinado; ou assuntos “que você não sabe” (mesmo que saiba);
  • Ele nega ter dito ou prometido coisas que você claramente se lembra de ele ter dito ou prometido;
  • Ele te acusa de ter problemas de memória e manipula isso para fazer com que você faça ou aceite coisas que você não se lembra de ter dito que faria/aceitaria (pois você, de fato, não disse).
Isso não significa que você ficará o tempo todo imaginando que está sofrendo um abuso psicológico, porém, no caso de estar vivenciando alguma das situações acima, é importante ficar atenta, tentando evitar a manipulação.
A vlogueira Jout Jout comenta no vídeo a seguir alguns dos sinais mais recorrentes dos relacionamentos abusivos, os quais podem ter aspectos do Gaslighting:

O que fazer para se libertar?

Se você identificou em seu relacionamento algum dos sinais apresentados acima, é possível que você esteja sofrendo gaslighting. Se esse comportamento estiver apenas começando a te afetar, provavelmente será mais fácil de se livrar dele. Porém, se você já estiver mais envolvida na manipulação, a situação é um pouco mais difícil.
A psicóloga Luciana Kotaka explica que “é sempre muito difícil se livrar de condutas manipulativas, até porque os parceiros se adequam ao perfil do manipulador, são pessoas que estão mais suscetíveis ao desejo do parceiro. Há uma idealização do outro, a vítima permite que o outro assuma o lugar do saber.”
De acordo com Luciana, nesses casos, a vítima precisa da comprovação de algum fato que revele que o parceiro está mentindo. E mesmo com terapia, é um trabalho um pouco demorado, uma vez que a vítima acaba duvidando de si mesma e das pessoas ao redor. O trabalho do psicólogo, nesse caso, é fazer com que a paciente volte a acreditar nas próprias percepções e julgamento.
Assim, se achar que pode estar passando por uma situação como essa, não hesite em procurar ajuda de familiares, uma amiga ou amigo de confiança, ou ajuda psicológica especializada.
Fonte: https://www.dicasdemulher.com.br/gaslighting/

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Homem controlador não merece ter uma namorada ou esposa e não tem tratamento que dê jeito

Pra homem controlador não tem tratamento que dê jeito. Todo homem controlador é indigno de ter uma namorada ou esposa. O único remédio pra homem controlador é terminar o namoro/se divorciar. Se ele não aceitar a decisão da mulher que não o quer mais, é imprescindível solicitar MEDIDAS PROTETIVAS e o AFASTAMENTO DO LAR. Afinal, por não tolerar ser recusado pela mulher ele reage com violência e pode matar.

Rui Ricardo Soares Melo Filho
Criador deste blog

terça-feira, 17 de julho de 2018

A vontade da mulher é DELA!

A vontade da mulher é DELA!

Só os psicopatas tem a petulância e a cara-de-pau de desrespeitar as mulheres. São incapazes de se colocar no lugar delas e entender que ELAS são livres e independentes e tem a vontade delas. ELAS. Não eles. Seja o meliante namorado, marido, chefe, colega de trabalho, médico, vizinho... 
Tá interessado naquela garota? Guarde pra si ordinário. Mas ela falou que não? Aceite. Aceite na primeira vez. Aceite que dói menos. 

Rui Ricardo Soares Melo Filho
Criador deste blog

domingo, 8 de julho de 2018

Silêncio, o inimigo número 1 da mulher.

Essa conversa de "Silêncio é ouro e palavra é prata" torna-se conversa fiada quando se trata de violência contra a mulher. Afinal, o silêncio é a arma dos agressores, que se não forem denunciados continuarão cometendo seus crimes até desembocar no feminicídio. No que concerne a violência contra a mulher falar é ouro. O silêncio aí passa a VILÃO.

Rui Ricardo Soares Melo Filho
Criador deste blog

quarta-feira, 4 de julho de 2018

O problema não é a mulher nem a roupa que ela usa. O problema é o psicopata

Mulher não é objeto. Nenhuma mulher pede pra ser assediada e nem tem obrigação de aceitar ser assediada. Toda mulher tem o direito de dizer NÃO a um homem, e cabe a ele se calar e aceitar, o que ele não faz por não ter empatia, respeito e sentimentos. Toda mulher tem o direito de não dar moral para um homem. Mulheres, não se calem jamais! Vamos fazer nossa parte. O problema não é a mulher e nem as roupas que ela veste. O problema é o PSICOPATA MACHISTA.

Rui Ricardo Soares Melo Filho
Criador deste blog

sábado, 30 de junho de 2018

Seu colega de trabalho é psicopata?

Seu colega de trabalho é psicopata?

O texto não está ligado diretamente a Conscienciologia, mas tem relação com a conscienciometria, pois analisar e identificar psicopatas é tema extremamente relevante nas relações interconscienciais.

SEU COLEGA DE TRABALHO É PSICOPATA?

      
O significado de seu colega ou amigo(a) ser um psicopata é que ele pretende apenas usá-lo para tirar alguma vantagem e essencialmente não trabalhará em equipe. Ele analisa um por um no local de trabalho para ver quem poderá ser útil. Se fizer amizade com você será porque ele sabe que, de alguma forma, poderá lucrar com isso. Estudiosos da psicopatia estimam que, além da população carcerária, é no meio corporativo e político que eles são encontrados com maior frequência.

Os 7 sinais do colega psicopata:

Sinal 1: Os psicopatas são bajuladores convincentes e sutis. Eles rapidamente analisam e entram em sintonia com você para verificar seu potencial de valor para eles. Mostram deliberadamente os mesmos interesses da pessoa que querem manipular para que ela acredite que são realmente amigos. É muito comum ouvir pessoas que foram enganadas por psicopatas dizerem com muita tristeza: “Pensei que fôssemos bons amigos... Tínhamos tanta coisa em comum...”.

Sinal 2: A sedução é apenas outra arma que o psicopata usa para obter poder e a regra “é proibido relacionamento amoroso entre colegas de trabalho” (caso exista) não será levada em consideração. Ele considera o sexo com seus subordinados uma das vantagens do trabalho para obter meios e formas de ser promovido ou alcançar informações privativas.

Sinal 3: Psicopatas são estimulados pela mudança e, muitas vezes, são bons, pelo menos aparentemente, em adotar novas tecnologias – isso faz com que pareçam empreendedores e inovadores. Sem dizer que psicopatas corporativos mudam de departamento com frequência, em geral, porque foram promovidos, uma vez que seu desempenho na atual função impressionou bastante a diretoria, mas também porque reconhecem a necessidade de sair antes que todas as pessoas em que eles pisaram ou que foram usadas se unam contra eles. Eles só conseguem dizer que fazem, em alto e bom som, mas não sabem fazer o que dizem e entendem que um dia isso virá à tona.

Sinal 4: Os psicopatas não têm ética profissional. Eles não entendem o que é trabalhar “para o bem da empresa” e você nunca vai ouvi-los dizer que “não existe eu em equipe”. Eles simplesmente acham que lealdade é coisa de “perdedor”. Se não conseguem obter o que querem, ou são derrotados, simplesmente caem fora e muitas vezes de forma inconsequente. Por perder o interesse em seu cargo ou no seu objetivo podem, por exemplo, revelar suas trapaças já que são criaturas impulsivas.

Sinal 5: Para um psicopata é realmente mais fácil almejar posições de destaque onde especificações sobre o cargo são termos vagos como “liderança” e “gestão de pessoas”, em vez de qualificações mais rígidas. Seu currículo será mais centrado em qualidades pessoais que, em geral, são mais fáceis de maquiar e mais difíceis de quantificar. Usando seu charme persuasivo como arma, ele consegue o trabalho. Menos de 10% da comunicação é verbal, e os psicopatas sabem que o importante não é necessariamente o que dizem, mas como dizem.

Sinal 6: O psicopata gostará de vasculhar sua mesa ou seu computador desbloqueado em busca de quaisquer indícios de pontos fracos na sua personalidade. No ímpeto de avaliar se você poderá ser útil, não respeitará sua privacidade nem seus limites pessoais. Uma bolsa, uma gaveta, uma caixa de e-mail ou até mesmo mensagens de texto – nada é reservado para ele.

Sinal 7: Não se surpreenda se, de repente, você estiver sendo trocado por quem você nunca imaginou que seu colega de trabalho pudesse se interessar. Os psicopatas no âmbito profissional têm como alvo não apenas os poderosos, mas aqueles que têm acesso ao poder.


O que fazer em caso de forte suspeita?

Por ser um indivíduo apenas com interesses pessoais, o psicopata no ambiente de trabalho é o tipo de pessoa que com uma mão o cumprimenta e com a outra o esfaqueia. Mas se você reconheceu algum sinal o que pode fazer a respeito?

- Em primeiro lugar não rotule seu colega de psicopata. Essa atitude pode caracterizar bullying e não ajudará em nada. Em vez disso, concentre-se em construir e manter relacionamentos sólidos com seus colegas para dificultar a intervenção e a manipulação do psicopata.
- Guarde suas reclamações para coisas importantes, pois assim elas terão mais chances de serem levadas em consideração.
- Seja transparente em sua maneira de trabalhar. Guarde cópias de documentos, sempre diga o que está fazendo aos envolvidos, etc. Dessa forma, evita de ser um futuro “bode expiatório”.
- Esqueça a lei da reciprocidade que diz: se alguém disser ou fizer algo bom para você o favor deve ser retribuído. Psicopatas espertos sabem disso e usam isso a seu favor. Se um colega de trabalho psicopata lhe der informações confidenciais, contar uma fofoca, uma dica ou apenas algumas informações aparentemente sigilosas, sorria com delicadeza, mas não se sinta na obrigação de retribuir.
- Fique longe de fofocas. Faça a sua avaliação das pessoas com base na sua própria experiência.
- Se você acha que um membro da equipe é do tipo que só fala e não age, coloque-o em ações discretas ou lhe atribua pontos de resultado (em vez de gastar conversa que, na verdade, não leva a nada). Em seguida, documente tudo e analise mais tarde.


*****

Todas as informações desse texto foram baseadas e retiradas do livro “Como identificar um psicopata” de autoria de Kerry Daynes e Jessica Fellowes. Apesar de ampla experiência e conhecimento nessa área dos escritores é importante ressaltar que para uma identificação completa é preciso um diagnóstico feito por especialistas, mas, com as informações aqui disponibilizadas, você mesmo poderá ter mais lucidez sobre seus relacionamentos porque será preciso escapar rapidamente de um psicopata se houver algum na sua vida.

Fonte: http://www.consciencialucida.com.br/2015/03/seu-colega-de-trabalho-e-psicopata.html

Seu chefe é psicopata?

Seu chefe é psicopata?

O texto não está ligado diretamente a Conscienciologia, mas tem relação com a conscienciometria, pois analisar e identificar psicopatas é tema extremamente relevante nas relações interconscienciais.

SEU CHEFE É PSICOPATA?


        Os chefes psicopatas provavelmente são os psicopatas mais perigosos que existem. Muitas características psicopáticas desses profissionais são as mesmas de um líder empresarial bem sucedido. Se seu chefe é psicopata, provavelmente você trabalha para uma empresa de sucesso, mas os riscos serão grandes. Com isso, não se intenta dizer que todos empresários de sucesso ou milionários sejam doentes, mas há uma boa parcela nesse meio.

Sendo o CEO de grande corporação que dita a ética da empresa e é responsável com os acionistas ou um milionário com grande número de funcionários, em ambos os casos as consequências dos atos psicopáticos terão grande alcance: seja porque a empresa poluiu o meio ambiente por condutas desonestas, mente para seus acionistas ou deixa de honrar os contratos com os funcionários. Entre os milhares de casos conhecidos, há chefes que usaram o dinheiro do fundo de pensão dos funcionários para despesas pessoais, prática de sexo indiscriminado e escondido com funcionárias que ora engravidam e são estimuladas ao aborto ou a demissão, acessos de fúria e até mesmo assédio moral.

        Uma pesquisa mostrou que 3 de 11 transtornos de personalidades eram encontrados com mais frequência em chefes do que em criminosos e 2 desses distúrbios têm muito em comum com a psicopatia:
Transtorno da personalidade histriônica: caracterizado por busca de constante atenção, expressões teatrais, necessidade de excitação, manipulação extrema e sedução.
Transtorno da personalidade narcisista: grandiosidade, egocentrismo, falta de empatia, exploração e independência, entre outros.

O mais interessante sobre os psicopatas “bem-sucedidos” é que eles são admirados tanto por seus traços psicopatas como por seu saldo bancário. O que um psicólogo chamaria de “falta de consciência” poderia ser facilmente descrito como “determinação ferrenha de vencer a qualquer preço”. Pense nisso.


Os 7 sinais do chefe psicopata:

Sinal 1: Os psicopatas precisam de estímulo. Eles precisam de emoções mais fortes que o resto dos mortais para alcançar esse limiar crítico em que realmente se divertem. Quanto mais perigoso, melhor. E o mundo dos negócios é apenas outro tipo de frisson que eles sentem ao correr atrás e que pode ser mais gratificante do que a conquista propriamente dita.

Sinal 2: Pessoas com sonhos de grandeza que vão muito além das intenções comuns. Por exemplo, as propostas de um jovem empreendedor que não se prende a convenções, nem impõe limites, podem ser interpretadas por evidências de “metas irrealistas” por um psicólogo que esteja aplicando um teste de psicopatia, mas são vistas de forma positiva como “ideias criativas” no mundo empresarial.

Sinal 3: Sentimento de grandeza e infalibilidade é comum em psicopatas. A convicção com que os megalomaníacos vendem sua mercadoria pode beirar o delírio, sobretudo se estiverem tentando vender gelo para esquimós. Mas autoconfiança também é um instrumento poderosíssimo e uma convicção inabalável pode acabar convencendo até mesmo o mais cético dos esquimós.

Sinal 4: O que pode parecer uma “calma intensa” pode ser, na verdade, o que um psicólogo chama de incapacidade de sentir qualquer emoção profunda. A razão de permanecer impassível é que ele não sente nada.

Sinal 5: O que o bajulador chama de “disposição para vencer a qualquer preço”, um psicólogo chamaria de “falta de coerência”. Você já ouviu a expressão “Ele venderia a própria mãe...”? Essa é a atitude do psicopata superambicioso. Ele não sente culpa, remorso ou vergonha.

Sinal 6: Os psicopatas não cedem diante da diversidade. Mas o que parece coragem estoica ou imunidade ao fracasso não passa de incapacidade de aprender com punição e, consequentemente, modificar seu comportamento (os psicopatas não aprendem a lição).

Sinal 7: Os sociopatas exibem entusiasmo intenso, porém breve – por projetos, passatempos, envolvimento com pessoas –, sem comprometimento ou sequência. Aparentemente, esses interesses nascem de forma abrupta e sem nenhuma razão e morrem da mesma maneira (por mais impressionante que seja sua biblioteca, seus conhecimentos provavelmente são rudimentares).


O que fazer em caso de forte suspeita?

As qualidades entre empreendedores de sucesso são muito semelhantes com características psicopáticas: autoconfiança delirante, autoritarismo arrogante, busca implacável por dinheiro, capacidade de vender a própria mãe e absoluta despreocupação com o fracasso. Mas se você reconheceu algum sinal o que pode fazer a respeito?

- Pergunte a si mesmo se você está feliz em trabalhar em um ambiente de alto risco por causa dos benefícios oferecidos.
- Lidar com um chefe psicopata em um nível pessoal requer cautela. Entenda com quem você está lidando. Às vezes, uma simples mudança de departamento pode ser o bastante para escapar do inferno.
- Nunca critique seu chefe psicopata na frente de outras pessoas, se quiser conservar seu emprego. É impossível discutir com chefes psicopatas, pois eles são muito sensíveis a tudo o que possa ser interpretado como uma tentativa de humilhá-los ou prejudicá-los. Questões importantes devem ser discutidas cara a cara, mas procure confirmar tudo o que ele diz e deixar que ele discorra mais sobre o assunto antes de dar sua opinião.
- Mantenha uma relação amistosa, porém estritamente profissional com seu chefe. Não se deixe atrair para fronteiras indistintas entre a vida profissional e a pessoal.
- Se você está trabalhando para um psicopata, não coloque sua segurança financeira nas mãos desse emprego. Esteja preparado para ser despedido sem aviso prévio e mantenha cópia de tudo que todos os documentos que possam ajudá-lo mais tarde (e-mails, recibos, entre outros).


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Todas as informações desse texto foram baseadas e retiradas do livro “Como identificar um psicopata” de autoria de Kerry Daynes e Jessica Fellowes. Apesar de ampla experiência e conhecimento nessa área dos escritores é importante ressaltar que para uma identificação completa é preciso um diagnóstico feito por especialistas, mas, com as informações aqui disponibilizadas, você mesmo poderá ter mais lucidez sobre seus relacionamentos porque será preciso escapar rapidamente de um psicopata se houver algum na sua vida.

Fonte: http://www.consciencialucida.com.br/2015/03/seu-chefe-e-psicopata.html