terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Quem diz que mulher apanha por que gosta é marginal

Os marginais que fazem o famigerado discurso de que mulher apanha por que gosta não são só machistas e hipócritas. São também arrogantes, prepotentes, desumanos, insensíveis, desrespeitosos e claro, mau-caráter. Sinto nojo deles.

Por Rui Ricardo Soares Melo Filho
Criador deste blog

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Homens que se aproveitam de uma mulher e assediam me dão nojo

Eu acho ridículos esses caras que se aproveitam de uma mulher só por que ela não está acompanhada e ficam assediando ela. Se ela estiver acompanhada ou não, é irrelevante, os cafas devem reduzir-se a insignificância deles e respeitar a vontade delas. Se elas disserem não é não e acabou. A decisão final é DELAS.

Como um homem de bem que respeita as mulheres e combate de forma ferrenha a violência contra a mulher, me solidarizo com as mulheres vítimas dessa situação constrangedora e faço este desabafo.

Rui Ricardo Soares Melo Filho
Criador deste blog

A responsabilidade sobre o assédio é do assediador | #CarnavalElesPorElas

Por Nadine Gasman, Representante da ONU Mulheres Brasil
Não é de hoje que as mulheres estão lutando pelos seus direitos, mas a sensação é que finalmente o ponto de chegada está no horizonte. É que, se por um lado, ainda temos que enfrentar preocupantes demonstrações de conservadorismo que ameaçam seus direitos, por outro, estamos vivendo um tempo de importantes manifestações das mulheres e de suas organizações, que utilizam-se de diferentes espaços para ganhar força e se fazerem ouvir.
Seja nas ruas, na TV, nas redes sociais, ou numa conversa, quando as mulheres compartilham as suas histórias de assédio sexual e criam uma rede de apoio, mostrando para o mundo a dimensão do problema, o papel dos homens é ouvir. Apenas ouvindo, reconhecendo o problema e se responsabilizando por ajudar a eliminá-lo, que os homens poderão apoiar as mulheres.
Movimentos como o #MeToo (“eu também”, na sigla em inglês), que viralizou nas redes sociais no último ano e chamou a atenção dos homens para os seus próprios comportamentos nocivos, não serão interrompidos no Carnaval. Isso porque a celebração, que é um patrimônio cultural do Brasil, é marcada também pela cultura do assédio sexual. Nos quatro dias de feriado do Carnaval do ano passado, a Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180) registrou mais de dois mil atendimentos a mulheres vítimas de diversos tipos de agressão.
Dentro e fora do contexto de Carnaval, é preocupante quando, ao invés de procurar se educar sobre quais de seus comportamentos estão perpetuando essa forma de violência, os homens escolhem justificar o assédio como paquera. Esse questionamento é um recurso bastante utilizado para invalidar as denúncias das mulheres. As mulheres têm o seu espaço invadido, o seu corpo desrespeitado, os seus direitos violados, sua segurança ameaçada, e os homens seguem defendendo que o assédio era apenas uma paquera. Mas assédio NÃO É paquera.
Essa é a razão pela qual, neste Carnaval, o movimento de solidariedade pela igualdade de gênero ElesPorElas HeForShe, da ONU Mulheres, está lançando uma campanha para falar diretamente com os homens e apontar, de uma vez por todas, que o limite entre a paquera e o assédio é o RESPEITO.
O conceito da campanha é extremamente simples e fácil de entender: a não ser que a mulher peça, ela não está pedindo. Se ela disse que não, ela não quis dizer que sim. Se ela se desviou, ela não quer ser tocada. Se ela não estava consciente, ela não concedeu nada.
Nós vamos expor da maneira mais óbvia para que não restem dúvidas: Quando falamos de respeito, não é difícil concluir que linguagem ofensiva não é elogio. Puxar o braço não é paquera. Insistir, quando ela já disse que não quer, não é legal. Se aproveitar fisicamente das mulheres em situações em que elas estão vulneráveis é estupro.
A paquera é saudável, divertida e dinâmica. O assédio é agressivo e acaba com a festa. Por isso, combater o assédio não significa que a diversão acabou. Significa que as mulheres também têm o direito de se divertir no Carnaval sem serem desrespeitadas. Não importa o tamanho da saia, nem o jeito que ela dança, nem o lugar onde ela estava. Se ela não concedeu, com linguagem verbal ou corporal, a abordagem é, de fato, assédio sexual.
A diferença é simples, mas o tema é complexo. Cabe aqui também uma reflexão sobre mudar a forma como nos relacionamos para que a mensagem fique mais evidente. É tempo de romper com a divisão dos papeis com base em estereótipos de gênero, onde os homens são dominantes no momento da paquera. É tempo de eliminar, de uma vez por todas, a ideia de “joguinho”, pois ele abre espaço para interpretações erradas de que pressionar, manipular e invadir o espaço das mulheres faz parte da paquera.
No entanto, a opressão ainda é muito presente, por isso o movimento das mulheres vem buscando criar condições mais favoráveis para que elas se sintam confortáveis para dizer NÃO para que os homens recuem. Isso requer a conquista de espaços seguros para que elas também possam exercer a sua liberdade de dizer SIM sempre que tiverem vontade.
A mensagem do #CarnavalElesPorElas é, portanto, bem simples. Homens, o negócio é o seguinte: a paquera não-agressiva e não-violenta está liberada. As mulheres poderão fazer o que elas estão a fim e os homens terão que respeitá-las. A responsabilidade do assédio é do assediador e não de quem é assediada.
***
>> Artigo publicado no blog #AgoraÉQueSãoElas, da Folha de S. Paulo, em 5 de fevereiro de 2018. http://agoraequesaoelas.blogfolha.uol.com.br/2018/02/05/carnavalelesporelas/

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

SOFRI VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA. E agora?

SOFRI VIOLÊNCIA OBSTÉTRICA. E agora?

Agora o importante é não se calar. Não deixe pra lá. Quando você denuncia e reclama você ajuda a evitar que outras mulheres passem pela mesma coisa que você passou, além de ser uma iniciativa importante contra a impunidade e a opressão dessa classe corporativista que é a medicina. O que aconteceu com você não pode ser mudado, mas você pode ajudar a evitar que aconteça de novo ou com outra mulher.

Vou listar aqui algumas das providências que podem e devem ser tomadas:
1 – Faça um boletim de ocorrência (BO). Procure uma delegacia (normal ou delegacia da mulher) e conte o que aconteceu.
2 – Obtenha seu prontuário e junte toda a documentação, fotos, vídeos e gravações que conseguir: cartão de gestante, exames, guia de internação, contrato com hospital e recibos de pagamento, plano de parto, termos de consentimento “esclarecido”, recibo de taxa de acompanhante e, principalmente, cópia integral do prontuário da mãe e do bebê (estes documentos pertencem a mãe e o hospital é obrigado a fornecer, sem nenhum custo). Esses documentos servem como meio de prova e devem ficar em seu poder.
3 – Escreva um relato do que aconteceu, detalhando a violência sofrida e como se sentiu.
4 – Envie esse relato como forma de reclamação ou denúncia para:
a) a ouvidoria do hospital
b) a Secretaria Municipal de Saúde da sua cidade
c) a Secretaria Estadual de Saúde
d) o plano de saúde (se for o caso)
e) a ouvidoria do SUS (inclusive se for plano de saúde): disque 136 (ligação gratuita) ou acesse http://ouvprod01.saude.gov.br/ouvidor/CadastroDemandaPortal.do
f) o Ministério Público Federal
g) o Ministério Público Estadual
h) a ANS (se for plano de saúde): 0800 7019656 (ligação gratuita) ou http://www.ans.gov.br/planos-de-saude-e-operadoras/espaco-do-consumidor/acompanhamento-de-solicitacoes
i) o Procon
j) o Conselho Regional de Medicina de seu estado
k) o Conselho Federal de Medicina: http://www.portal.cfm.org.br/index.php?option=com_denuncia&Itemid=61 
5 – Acompanhe as suas reclamações e denúncias e, se necessário, insista até receber uma resposta que te pareça satisfatória. Não aceite respostas padronizadas!
6 – Procure um advogado ou a Defensoria Pública e inicie uma ação judicial contra a equipe médica e o hospital.
7 – Ligue 180 (ligação gratuita) e faça a denúncia.
8 – Publique seu relato nas redes sociais e em sites como http://www.artemis.org.br/violencia-obstetrica e https://violenciaobstetricablog.wordpress.com/ (e-mail para contatoviolenciaobstetrica@hotmail.com)
9 – Divulgue essas informações e incentive outras mulheres a fazerem o mesmo.

Mudar a situação de violência obstétrica depende de nós! Vamos fazer a nossa parte. Estou com vocês mulheres nessa luta.

Com amor, carinho e dedicação
Rui Ricardo Soares Melo Filho
Criador deste blog

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Evitem recaídas pro lado de exs complicados e violentos

ATENÇÃO MULHERES!

Se esforcem para não ter recaídas pro lado de ex destemperado.
Deixo esse alerta por que segunda chance pra quem não vale a pena é sinônimo de sofrimento e de aborrecimento, e pior ainda também pode significar risco de vida.

Por Rui Ricardo Soares Melo Filho
Criador deste blog

sábado, 10 de fevereiro de 2018

Combatendo o assédio dos psicopatas no carnaval

A foto diz tudo!
Se a mulher diz não ao homem, cabe a ele respeitar a decisão dela calado, sem questionar e sob pena de receber punições na forma da lei se não aceitar o que ela decidir. Um bom motivo pelo qual não curto carnaval é esse: os crimes machistas que os maníacos sexuais praticam, como contatos físicos sem consentimento, beijar e agarrar à força e estuprar. Os homens que objetificam e subjulgam a mulher são bandidos. Culpa cabe única e exclusivamente ao homem.

Por Rui Ricardo Soares Melo Filho
Criador deste blog

6 sinais revelam que o seu parceiro é um mau-caráter

6 sinais revelam que o seu parceiro é um mau-caráter



Aprenda como identificar um mau-caráter e escapar de problemas de relacionamento

Como identificar que há um mau-caráter por perto? Saiba que é possível perceber as atitudes de alguém com índole duvidosa. Uma pessoa ruim tem características bem próprias, como: mentir sem considerar nada nem ninguém, não ter compaixão da dor do outro, ser ambicioso de forma desmedida e ter a arrogância como companheira. Ela também é vaidosa e faz de tudo para ser o centro das atenções. Ter apenas uma dessas atitudes não faz dela uma pessoa ruim. Mas, se você identifica que entre todas essas características a pessoa tem três delas, por exemplo, acenda o alarme, embora não seja regra, é provável que se a pessoa não tiver oportunidade de crescer e se desenvolver em ambiente fértil, sua formação de caráter se torne deficiente.
Um mau-caráter é alguém sem princípios e sem moral. Trata-se de um desvio no processo de construção e de formação da base de valores, ninguém é 100% bonzinho. Não existe uma pessoa que nunca tenha cometido uma maldade na vida. Todos cometem maldades. todas as pessoas, em algum momento, podem cometer algo que, aos olhos do outro, será considerado maldade.
Um ser humano normal, bom, decente e correto pode furar o sinal vermelho, por exemplo, ou ter relacionamento extraconjugal. Qualquer pessoa, por melhor que seja, não é boazinha o tempo todo. Faz parte da nossa constituição esse confronto entre o bem e mal. Agora, se a maldade acontece de forma insistente, existe aí um quadro de psicopatia. São pessoas que estão sempre fazendo maldade, para pessoas diferentes e em situações diferentes.
Elas não levam em consideração os sentimentos do outro.
Aprenda com esses 6 passos a reconhecer um mau-caráter.
1 - Mentir - Mente sistematicamente e seu comportamento, no final, acaba sendo sempre uma surpresa. Com o psicopata, a mentira costuma ser bem montada e construída.
2 - Falta de compaixão - O mau-caráter não se compadece da dor do outro, apresentando uma frieza grande diante de situações que causariam solidariedade.
3 - Ambição desmedida - As pessoas tendem a achar que a palavra ambição é um verdadeiro palavrão, quando, na verdade, é algo positivo, pois mostra que existe vontade de crescer. Mas, no caso do mau-caráter, essa ambição é caracterizada por inveja e ganância. A pessoa deseja ter mais, mas não quer nunca se responsabilizar por isso. Ela quer sempre o que é do outro. Trata-se de uma ambição corrosiva.
4 - Arrogância - O mau-caráter tende a se sentir melhor do que os outros, a se sentir superior. Costuma encarar as pessoas com desprezo. Essa é uma característica comum aos vilões de novela, que são considerados psicopatas.
5 - Vaidade - Quer ocupar os espaços, quer sempre os holofotes e não mede esforços. Se precisar, passa por cima de quem for preciso.
6 - Sem regras - São pessoas que só fazem o que querem e não têm medo. Têm dificuldade em seguir regras.


  • Fonte: http://br.blastingnews.com/curiosidades/2017/03/6-sinais-revelam-que-o-seu-parceiro-e-um-mau-carater-001566351.html