domingo, 25 de junho de 2017

Um homem que chantageia, ameaça, intimida e grita com a namorada ou esposa não ama, pois estes atos são violência psicológica e quem chantageia, ameaça, intimida ou grita é incapaz de amar.
Um homem que bate na namorada ou esposa não ama, pois quem é violento é incapaz de amar.

sábado, 24 de junho de 2017

NÃO SE BATE EM UMA MULHER! QUEM BATE EM MULHER É CRIMINOSO!
Todas elas tem o direito de não serem assediadas e tocadas sem consentimento.
As mulheres merecem ser tratadas com amor, respeito e carinho.
As mulheres merecem ser acolhidas, valorizadas e tratadas como iguais.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Todo homem que agride mulher é INSENSÍVEL, DESUMANO, FRIO, DESRESPEITOSO, DESPROVIDO DE EMPATIA E SENTIMENTOS, CANALHA E MAU-CARÁTER.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

O ciclo de violência

A violência doméstica funciona como um sistema circular – o chamado ciclo da violência doméstica – que apresenta, regra geral, três fases:
1. Fase de aumento da tensão: as tensões cotidianas acumuladas pelo agressor que este não sabe/consegue resolver, criam um ambiente de perigo iminente para a vítima que é, muitas vezes, culpabilizada por tais tensões.
Sob qualquer pretexto o agressor direciona todas as suas tensões sobre a vítima. E os pretextos, que podem ser muito simples, são usualmente situações do cotidiano, como exemplo, acusar a vítima de não ter cozinhado ou cozinhado com sal a mais, de ter chegado tarde a casa ou a um encontro, de ter amantes, etc.

2. Fase do ataque violento: o agressor maltrata, física e psicologicamente a vítima, que procura defender-se, esperando que o agressor pare e não avance com mais violência.
Este ataque pode ser de grande intensidade, podendo a vítima por vezes ficar em estando bastante grave, necessitando de tratamento médico, ao qual o agressor nem sempre lhe dá acesso imediato.
3. Fase do apaziguamento ou da lua-de-mel: o agressor, depois da tensão ter sido direccionada sobre a vítima, sob a forma de violência, manifesta-lhe arrependimento e promete que não vai voltar a ser violento.
Pode invocar motivos para que a vítima desculpabilize o comportamento violento, como por exemplo, ter corrido mal o dia, ter-se embriagado ou consumido drogas; pode ainda invocar o comportamento da vítima como motivo para o seu descontrole. Para reforçar o seu pedido de desculpas pode tratá-lo com delicadeza e tentar seduzi-lo, fazendo-a acreditar que, de fato, foi essa a última vez que ele se descontrolou.
Este ciclo é vivido pela vítima numa constante de medo, esperança e amor. Medo, em virtude da violência de que é alvo; esperança, porque acredita no arrependimento e nos pedidos de desculpa que têm lugar depois da violência; amor, porque apesar da violência, podem existir momentos positivos no relacionamento.
O ciclo da violência doméstica caracteriza-se pela sua continuidade no tempo, isto é, pela sua repetição sucessiva ao longo de meses ou anos, podendo ser cada vez menores as fases da tensão e de apaziguamento e cada vez maior e mais intensa a fase do ataque violento. Em situações limite, o culminar destes episódios poderá ser o homicídio.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Planear a sua segurança

1) Se vive com o agressor:
Planeie a sua fuga de casa para uma eventualidade;
não tenha facilmente acessível armas, facas, tesouras ou outros objetos que possam ser usados como armas;
seleccione uma lista de pessoas em quem confia, para contactar em caso de emergência e coloque o seu contacto nas teclas de contato rápido do seu telemóvel;
estabeleça uma palavra chave código com amigos, familiares ou vizinhos para chamarem a polícia;
ensine as crianças a colocarem-se em segurança em caso de violência e de não o/a tentar salvar do agressor;
tenha sempre algum dinheiro consigo;
fixe todos os números telefônicos importantes (polícia, hospital, amiga/o);
saiba onde se encontra o telefone público mais próximo e se possuir telemóvel mantenha-o sempre consigo;
prepare um saco com roupas e deixe-o em casa de amigas/os ou no trabalho, para o caso de precisar de fugir de casa;
esteja preparada para deixar a residência em caso de emergência;
saiba para onde ir se tiver que fugir.
2) Durante a agressão:
Referencie áreas de segurança na casa onde haja sempre saída e o acesso a um telefone. Quando houver uma discussão evite a cozinha ou a garagem dado o elevado risco de aí se encontrarem facas ou outros objectos suscetíveis de ser usados como armas;
evite igualmente casas de banho ou pequenos espaços, sem saídas, onde o agressor possa aprisionar;
se possuir telemóvel mantenha-o sempre consigo e chame a polícia.
3) Se decidir sair de casa:
Tenha sempre consigo dinheiro, um cartão multibanco ou um cartão para utilizar um telefone público;
saiba a quem pode pedir abrigo ou dinheiro;
utilize uma conta bancária à qual o agressor não tenha acesso;
4) Quando efetivamente sair de casa:
Nunca leve bens que pertençam ao agressor, porque isso pode ser motivo de represálias;
guarde num só local B.I., certidões de nascimento dos filhos (ou B.I., cartões da segurança social, identificação fiscal, centro de saúde, passaporte, boletim de vacinas, carta de condução e documentos do automóvel, agenda telefônica, chaves (carro, trabalho, casa), livro de cheques, cartão multibanco e de crédito;
se tiver crianças, leve os seus brinquedos preferidos e os seus livros escolares;
se participar às autoridades policiais peça, se necessário, no âmbito do seu processo penal, uma medida judicial de proibição do agressor a contactar. A violação dessa ordem judicial pelo agressor também é crime;
mude de número de telemóvel e bloqueie os endereços de e-mail do agressor;
tenha cuidado a dar os seus contatos pessoais (a nova morada, o novo número de telemóvel);
se necessário, altere as suas rotinas e os seus percursos habituais e conhecidos do agressor para casa, para o trabalho, para o ginásio, para as compras, ou outros locais. Se necessário mude, pelo menos provisoriamente, as lojas habituais, o ginásio que frequenta, etc;
Se possível, dê a conhecer a amigos, familiares, colegas a sua situação, uma vez que estes podem ajudar a controlar os movimentos do agressor.

terça-feira, 20 de junho de 2017

ATENÇÃO MULHERES! UM PSICOPATA NÃO MUDA NUNCA.

É importante saber quebrar os laços no primeiro sinal de perigo, lembrando-se sempre: Ninguém modifica um psicopata, nenhuma mulher, nenhum psiquiatra, nenhuma prisão; são seres imutáveis, ervas daninhas que devem estar fora do convívio da sociedade. Após o ataque ele não sente culpa, mas fingirá a culpa para poder reatar, dizendo que não teve a intenção; fingirá um arrependimento enorme e chorará pedindo perdão, ou seja, irá se fazer de vítima e culpar a mulher, que é a inocente. Os ataques de ira, as intimidações, a violência com chantagens, tapas e pontapés e o sadismo exacerbado e muito latente são boas maneiras de perceber que se trata de um psicopata. Portanto, ao primeiro desses sinais, recusem-se a fazer o que ele pede, se imponham e se mostrem contra as vontades dele, com determinação e sem nenhuma pena. Amem-se em primeiro lugar.