domingo, 9 de julho de 2017

MAIS UMA VEZ RELEMBRO

1) Respeitar as mulheres
2) Violência e mulher não combinam em nenhuma ocasião 
3) Manter a paz e o bem-estar delas sempre em dia 
4) Ter a consciência de que namorada/esposa não são propriedades e que a ex tem o direito de não querer namorar ou viver com um homem para atender o que ele quer


O QUE NOS UNE EM TODOS OS MOMENTOS É A PAZ E O RESPEITO.

Por Rui Ricardo Soares Melo Filho
Criador deste blog

sexta-feira, 7 de julho de 2017

11 sinais de que você pode estar namorando um sociopata

Será que aquela pessoa incrível que você ou alguém próximo a você começou a namorar pode na realidade ser um sociopata? Essa situação não é tão improvável quanto você imagina. Aproximadamente um em cada 25 americanos é sociopata, segundo a psicóloga de Harvard, a Dra. Martha Stout, autora do livro The Sociopath Next Door (O Sociopata Que Mora Ao Lado).
Obviamente, nem todos os sociopatas são criminosos perigosos. Mas com certeza podem dificultar bastante a vida, dado que uma das características da sociopatia é o comportamento anti-social.
Veja a seguir 11 SINAIS DE ALERTA de que uma pessoa pode ser sociopata:

  • SINAL DE ALERTA No. 1- Ter um ego exagerado.
O Manual de Diagnóstico e Estatísticas das Doenças Mentais (DSM-V) destaca que os sociopatas tem uma percepção exagerada de si mesmos. São narcisistas ao extremo, com um enorme sentimento de merecimento, escreveu o Dr. Seth Meyers, psicólogo clínico do Departamento de Saúde Mental do Município de Los Angeles, no site Psychology Today. Eles tendem a culpar os outros pelas próprias falhas.

  • SINAL DE ALERTA No. 2 – Mentir e exibir um comportamento manipulativo.
Os sociopatas costumam enganar e manipular com frequência. Por quê? “Mentem por mentir. Mentem só para ver se conseguem enganar as pessoas. E às vezes contam mentiras maiores que terão efeitos maiores”, disse o Dr. Stout à Interview Magazine.

  • SINAL DE ALERTA No. 3 – Demonstram uma falta de empatia.
“Essas pessoas não tem um mundo interior emocional significativo como a maioria das pessoas têm e talvez por causa disso não conseguem de fato imaginar ou ter a dimensão do mundo emocional das outras pessoas”, segundo relato de M. E. Thomas, diagnosticado como sociopata e autor do livro Confessions Of A Sociopath (Confissões De Um Sociopata), à radio NPR. “É algo que eles desconhecem por completo.”

  • SINAL DE ALERTA No. 4 – Não sentem remorso ou vergonha.
O Manual DSM-V explica que o transtorno de personalidade anti-social indica que os sociopatas não sentem remorso, culpa ou vergonha.

  • SINAL DE ALERTA No. 5 – Mantêm uma tranquilidade assustadora em situações de medo ou perigo.
Um sociopata talvez não demonstre ansiedade após um acidente de carro, por exemplo, disse M.E. Thomas. E pesquisas mostraram que enquanto pessoas normais demonstram medo quando vêem imagens perturbadoras ou são ameaçadas com choques elétricos, mas em geral os sociopatas não sentem isso.

  • SINAL DE ALERTA No. 6 – Comportamento irresponsável ou extremamente impulsivo.
Sociopatas mudam rapidamente de objetivo para objetivo e agem no calor do momento, segundo o Manual DSM. Eles podem ser irresponsáveis com as finanças e obrigações.

  • SINAL DE ALERTA No. 7 – Têm poucos amigos.
Os sociopatas tendem a não ter amigos – pelo menos não amigos verdadeiros. “Os sociopatas não querem amigos, a não ser que precisem deles. Ou então todos os amigos têm apenas uma conexão superficial com eles, são amigos por associação”, afirmou o psicoterapeuta Ross Rosenberg, autor do livro The Human Magnet Syndrome (A Síndrome Do Imã Humano), ao The Huffington Post.
solidão

  • SINAL DE ALERTA No. 8 – São encantadores – mas apenas superficialmente.
Os sociopatas podem ser muito carismáticos e simpáticos – pois sabem que vai ajudá-los a conseguir o que querem. “Eles são exímios vigaristas e sempre têm segundas intenções”, explicou Rosenberg. “As pessoas ficam tão surpresas quando descobrem que alguém é um sociopata porque conseguem encaixar-se muito bem no ambiente. São mestres na arte do disfarce. A principal ferramenta que usam para impedir que sejam descobertos é a criação de uma personalidade superficial”.
Como M.E. Thomas descreveu em um post para o site Psychology Today: “Se me conhecesse, gostaria de mim. Eu tenho o tipo de sorriso que é comum vermos em personagens de programas de TV e que são raros na vida real, com dentes perfeitos e brilhantes, capaz de expressar um sentimento agradável”.

  • SINAL DE ALERTA No. 9 – Viver segundo o “princípio do prazer”.
  • “Se a coisa é prazerosa e eles conseguem evitar as consequências, eles o farão! Eles vivem a vida de forma acelerada – sempre de maneira extrema – buscando estímulos, excitação e prazer de qualquer maneira que conseguirem”, escreveu Rosenberg em Human Magnet Syndrome.
    sexy sedução

    • SINAL DE ALERTA No. 10 – Demonstrar desrespeito pelas normas da sociedade.
    Eles desrespeitam as regras e leis porque não acreditam que as regras da sociedade se aplicam a eles, escreveu o psiquiatra Dr. Dale Archer em um blog do Psychology Today.

    • SINAL DE ALERTA No. 11 – Ter um olhar “intenso”.
    Os sociopatas não têm problema nenhum em manter o contato olho no olho sem interrupção. “A incapacidade de desviar o olhar de maneira educada também é considerada como sendo agressiva ou sedutora”, M.E. Thomas escreveu para o site Psychology Today.
  • Fonte: Brasil Post <http://www.huffpostbrasil.com/2015/02/01/sinais-sociopata-namoro_n_6590636.html>






quinta-feira, 6 de julho de 2017

Como Identificar um Psicopata Social (Sociopata)

Um psicopata tem a consciência neurologicamente defeituosa (ausente) e sente pouca ou nenhuma empatia pelos outros. Os psicopatas antissociais vivem claramente fora dos limites aceitáveis da sociedade e são frequentemente retratados em filmes , mas a maioria das pessoas não está familiarizada com os efeitos prejudiciais dos psicopatas "sociais". Também chamados de sociopatas, muitas vezes esses indivíduos passam despercebidos porque são capazes de comportar-se dentro das expectativas culturais da sociedade, aparentando levar vidas normais. Eles são encantadores, mas não possuem sentimentos de empatia e remorso, podendo causar danos emocionais e financeiros se você permitir que se aproximem demais.

Identificando através da linguagem

1. Fique atento às contradições nas conversas. Um psicopata pode terminar uma conversa com uma declaração totalmente contrária a algo que tenha dito logo no início. A desonestidade e a mentira patológica são sinais de psicopatia. Ele poderá falar sobre o quão desrespeitoso é um colega de trabalho porque sempre chega tarde e faz coisas que não deveria fazer e, logo depois, quebrar as mesmas regras sem sequer pedir desculpas.
  • Talvez as contradições não ocorram dentro da mesma conversa, portanto, acompanhe tudo o que for dito ao longo do tempo. Em um diário, anote todas as informações importantes que ele poderia contradizer no futuro.
2. Confira duas vezes tudo o que for dito. Um psicopata fala excessivamente sobre as pessoas em sua vida, porque as enxergam como extensões de si mesmo. Ele mentirá sobre essas pessoas e talvez até mesmo sobre os próprios filhos.
  • Os psicopatas estão propensos a oferecer meias-verdades e mentiras e não vêem nada de errado em esconder informações importantes dos outros.

3. Fique atento aos casos de bode expiatório. Um psicopata se recusa a assumir a responsabilidade pelas próprias ações e culpa outras pessoas pelas coisas que faz. Talvez ele admita que é culpado se for confrontado com provas irrefutáveis, mas não exibirá nenhum remorso.
  • Por outro lado, como possuem um senso grandioso de autoestima, esses indivíduos podem se gabar e exagerar as próprias realizações, ou até mesmo aceitar o crédito pelo trabalho alheio.

4. Note a ocorrência mudanças rápidas na conversa. Uma forma de identificar um psicopata é avaliando a forma como ele conversa. Talvez em um segundo ele esteja falando sobre a festa do filho e, no outro, esteja falando sobre o histórico veterinário do gato morto de uma amiga. Muitas vezes, a conversa não será sincera.
  • Observe também se a pessoa muda de assunto de forma rápida e delicada sempre que você aborda um tópico que poderia revelar a antissociabilidade dela. Ela descartará rapidamente todas as discussões a respeito de seu comportamento estranho, acusando-o de ser dramático demais ou insistindo que você é louco e precisa de ajuda profissional.
Identificando através da análise das emoções

1. Avalie a forma como ele reage a eventos emocionalmente difíceis. Como não têm empatia, os psicopatas podem responder a eventos emocionalmente perturbadores de forma amena ou robótica, ou de um jeito que pareça forçado e artificial.
  • Por exemplo, talvez ele demonstre repetidamente a decepção através de palavras, mas nunca demonstre emoção alguma. Ao ouvir uma notícia preocupante, é possível que o psicopata não faça nenhum esforço real para resolver o problema, não importa o quanto fale a respeito.
2. Fique atento aos sinais de autovitimização. Um sociopata poderá brincar com suas emoções com objetivo de provocar pena. Observe sinais como variações de tons de voz e a deflexão da culpa para ganhar simpatia, esse é outro meio de uma pessoa negar a responsabilidade pelas próprias ações.
  • Preste atenção nesse comportamento manipulador principalmente quando a pessoa precisar de alguma desculpa por ter cometido uma gafe ou erro (por exemplo, por ter "esquecido" seu aniversário).
3. Avalie quantas vezes você é questionado. Para identificar um sociopata, monitore quantas vezes ele o incomoda com perguntas sobre como você agiria em determinadas situações emocionais. Isso pode indicar que a pessoa não sente naturalmente o que é considerado normal ou apropriado em certas situações, porque não tem empatia e consciência, precisando informa-se através de outras fontes.
  • Por exemplo, ela poderia perguntar: "O que você faria se saísse de casa e me visse escondido no meio do mato?". Uma pessoa normal não precisaria fazer tal pergunta.
4. Analise o desejo de entrar rapidamente em uma relação mais íntima. Se está pensando em namorar alguém, mas tem medo de que a pessoa seja um sociopata, tente adquirir uma noção do quão rápido ela quer seguir com o relacionamento. Vários sinais podem indicar a psicopatia:
  • Depois de pouquíssimo tempo juntos, ela já o chama por apelidos carinhosos?
  • Ela insiste que você a traga para dentro do seu círculo de confiança?
  • Ela quer que vocês morem juntos ou se tornem sócios imediatamente após terem se conhecido?
5. Fique atento à mudanças drásticas na atenção recebida por ele. Um psicopata poderá criar uma dinâmica na qual o enche de atenção em um determinado momento e depois, inexplicavelmente, o ignora. Quando volta às boas graças dele, você sente uma euforia muito grande e uma sensação de prazer causada pela dopamina (a substância química do "amor") e pelas endorfinas.
  • Ele o manipula para deixá-lo praticamente viciado, assim você sempre perdoará suas transgressões.
Dicas

    • Se você entende inglês, obtenha mais informações e conheça a experiência pessoal de uma mulher consultando a "Lista de Lawson" de hábitos sociopatas aqui.
  • Os psicopatas podem entrar nas suas redes sociais para aproximarem-se de você ou para jogar seus amigos contra você no futuro.
  • O alvo dos sociopatas são pessoas muito legais. Se você foi vítima de um, isso não significa que exista algo errado, mas talvez que você tenha alguma coisa que ele queira e se sinta no direito de tomar.
  • Os sociopatas testam seus limites para descobrir se você é do tipo que se sacrifica para agradar aos outros. Eles começam pedindo pequenos favores pessoais que fazem você se sentir incluído, mas o incomodam levemente ("Ligue para me acordar", "Ajude-me a encontrar um emprego", etc.)
  • Um psicopata fornece quatro mensagens: 1. Eu gosto de você; 2. Eu sou exatamente como você; 3. Seus segredos estão seguros comigo; 4. Sou o amigo/amante perfeito para você. Assim, ele cria uma ligação íntima muito rapidamente com sua vítima.
  • Os sociopatas são pessoas divertidas porque estão sempre à procura de novas formas de entretenimento e o convidam para acompanhá-lo. Eles poderão levá-lo a um parque de diversões e dizer que estão fazendo isso especialmente para você, quando na verdade já estavam indo de qualquer forma, independentemente da companhia. Nada é feito para você porque, neurologicamente, os psicopatas só pensam neles mesmos. 
Avisos

  • Nunca dê sua confiança livremente. Cuidado com qualquer pessoa que espere isso de você. Nossa confiança deve ser conquistada.
  • O sinal mais ignorado da psicopatia é um "comportamento estranhamente tranquilo".
  • Não confronte um psicopata a respeito da psicopatia, isso seria o equivalente a acuar um animal selvagem em um canto.
  • Tome cuidado ao confiar nos familiares supostamente gentis da pessoa em questão, a psicopatia é uma condição comprovadamente genética.
Fonte: http://pt.wikihow.com/Identificar-um-Psicopata-Social-(Sociopata)

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Entenda por que a episiotomia é desnecessária

A episiotomia - corte feito entre a vagina e o ânus supostamente para facilitar o parto normal, não traz qualquer benefício. A enfermeira obstetra Maíra Libertad, do Coletivo de Parteiras do Rio, diz que vários estudos mostram que o corte traz vários malefícios para a parturiente, entre eles o risco de infecção, dor no pós-parto e necessidade de uso de analgésico.

Maíra explica que a episiotomia impacta muito a vida dessa mulher no pós-parto. "Muitas tem dificuldade para amamentar por conta da dor que sentem no corte, infecção nos pontos, quelóide, enfim, ficam com uma cicatriz em uma área muito sensível, o que pode até atrapalhar a vida sexual dessa mulher", relata.

Maíra explica que as mulheres não precisam do corte, pois o corpo delas está preparado para a passagem do bebê. "O corpo vai se adaptar às necessidades do bebê sem precisar de intervenção externa por rotina", comenta. Dados da pesquisa Nascer no Brasil mostram que, entre as entrevistadas que tiveram parto normal, 53,5% sofreram episiotomia. Assim como as cesáreas, a OMS (Organização Mundial da Saúde) não recomenda que o procedimento seja feito rotineiramente, como tem acontecido no Brasil.

Profissionais que atendem suas pacientes e seus bebês de forma humanizada já aboliram a prática, que em 1999 foi descrita pelo médico norte-americano Marsden Wagner, da OMS, como a "mutilação genital feminina".

A episiotomia provoca, segundo a enfermeira obstetra, uma laceração de pelo menos grau 2 (são 4 graus de laceração sendo o grau 1 o mais leve). "A maioria das mulheres não teria laceração, ou seja, teria o períneo íntegro ou uma laceração de primeiro grau, que é mais superficial e nem precisa de ponto", explica. Para fugir do procedimento, é preciso buscar bons profissionais e instituições.

Fonte: http://www.maesdepeito.com.br/entenda-por-que-episiotomia-e-desnecessaria

terça-feira, 4 de julho de 2017

Procuradoria da república recebe denúncias on-line

As vítimas de violência obstétrica podem procurar as Defensorias Públicas de seu estado, advogados ou ainda fazer denúncias no site do Ministério Público Federal em São Paulo, que instaurou inquérito civil público para apurar casos em estabelecimentos de saúde na capital paulista. 

A mulher deve reunir documentos, como cópia do prontuário médico, cartão de acompanhamento da gestação, entre outros exames que tiver feito no pré-natal. Outra opção é fazer a denúncia por telefone, pelos canais Violência Contra a Mulher - 180, ou Disque Saúde - 136.

Fonte: http://www.maesdepeito.com.br/procuradoria-da-republica-recebe-denuncias-on-line/

segunda-feira, 3 de julho de 2017

O que é violência obstétrica: saiba se você foi vítima

Muitas mulheres relatam que tiveram experiências ruins no momento que deveria ser o mais feliz de suas vidas, ou seja, o nascimento de seus filhos. Não importa se o parto foi normal ou cesárea, há relatos de parturientes que foram constrangidas, humilhadas, e que foram submetidas a procedimentos sem o seu conhecimento ou autorização.

Os efeitos da chamada violência obstétrica são sérios e podem causar depressão, dificuldade para cuidar do recém-nascido e também problemas na sexualidade desta mulher. Cada vez o termo tem sido mais conhecido e divulgado, mas se reconhecer como vítima é um processo difícil para essas mães que, sem informação, se conformam com o que aconteceu pois tem em mente que "o médico sabe o que faz".

De acordo com a pesquisa "Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado", divulgada em 2010 pela Fundação Perseu Abramo, uma em cada quatro mulheres sofre algum tipo de violência durante o parto. O número, no entanto, pode estar subestimado pois muitas gestantes não sabem que foram vítimas.

Os tipos mais comuns de violência, segundo o estudo, são gritos, procedimentos dolorosos sem consentimento ou informação, falta de analgesia e até negligência. O Ministério Público Federal recebe denúncias e abriu um inquérito civil público para apurar esses casos.

O Mães de Peito elencou alguns itens que configuram violência obstétrica. Confira:

ACOMPANHANTE
Toda mulher tem o direito a um acompanhante a sua escolha desde o momento que entra em um hospital para dar à luz até a hora da sua alta. O acompanhante é alguma pessoa da sua escolha, ou seja, pode ser o pai da criança, a avó ou qualquer outro familiar ou amigo. Vale ressaltar que existe a lei federal 11.108/2005 que dá esse direito para toda parturiente. A doula não é acompanhante. Leia mais aqui.

VIOLÊNCIA EMOCIONAL
"Para de gritar. Na hora de fazer você não gritou.", "para de gritar se não seu bebê vai nascer surdo", "Faz força. Você quer matar seu bebê?" são alguns exemplos de frases ouvidas pelas parturientes durante o trabalho de parto.

EPISIOTOMIA
Corte feito entre o ânus e a vagina, supostamente para facilitar a saída do bebê. Apesar de a OMS (Organização Mundial da Saúde) determinar critérios e cautela para a adoção do procedimento, médicos fazem a prática de maneira rotineira podendo trazer graves consequências para a vida da parturiente. Estima-se que entre 80% a 90% das brasileiras são cortadas durante o parto normal.

OCITOCINA SINTÉTICA
A ocitocina sintética é usada muitas vezes de forma indiscriminatória, é chamada de "sorinho" e é dada para "acelerar" o trabalho de parto. O problema é que a mulher sente mais dor acarretando outras intervenções em efeito cascata, como anestesia, sofrimento fetal até desencadear em uma cesárea que poderia ter sido evitada se não fosse dado o hormônio artificial.

MANOBRA DE KRISTELLER
A manobra é feita tanto na cesárea como no parto normal e não é recomendada. Um profissional deita em cima da parturiente e pressiona a parte superior do útero para agilizar a saída do bebê. A técnica pode causar lesões graves para a mãe, como fratura de costelas e descolamento da placenta. Já os bebês podem sofrer traumas encefálicos com o procedimento. De acordo com a pesquisa "Nascer no Brasil", da Fiocruz, 37% das mulheres tiveram ou o médico ou o auxiliar de enfermagem pressionando a sua barriga durante o parto. 

TRICOTOMIA E ENEMA
A tricotomia (raspagem dos pelos pubianos) e o enema (lavagem intestinal) são procedimentos que não devem ser adotados rotineiramente, pois são desnecessários.

EXAME DE TOQUE
O exame de toque é um procedimento doloroso e incômodo, principalmente, para uma mulher em trabalho de parto. Esse exame não deve ser feito toda hora - há médicos que fazem com frequências nas últimas consultas do pré-natal, pois aumenta os riscos de infecção. 

ALIMENTAÇÃO
A mulher em trabalho de parto deve ter a possibilidade de comer e ingerir líquidos se essa for a sua vontade. Muitas parturientes passam horas de trabalho de parto em jejum. Elas podem - e devem - comer comidas leves e beber bastante líquido. Chocolate e mel, por exemplo, são recomendados também para dar energia a parturiente.

CESÁREA SEM REAL INDICAÇÃO
Também é considerada violência obstétrica agendar uma cesárea sem a real necessidade. No Brasil, país líder em nascimentos por meio da cirurgia, as parturientes são iludidas por falsas indicações de cesárea, como falta de dilatação, circular de cordão e falta de líquido amniótico.

POSIÇÃO PARA PARIR
A mulher deve ter liberdade para se movimentar durante o trabalho de parto e não ficar em posição de litotomia (deitada em posição ginecológica). Além das dores serem mais intensas nessa posição, pode provocar uma laceração maior no períneo da paciente. A parturiente deve poder escolher se quer ficar de cócoras, agachada, de quatro, enfim, achar a posição que ela se sinta mais confortável para parir.

ANALGESIA
Toda parturiente deve ter direito a solicitar uma analgesia para aliviar as dores das contrações. A interferência do anestesista deve ser mínima para que a mulher continue a se mexer durante o trabalho de parto, ou seja, a gestante consegue andar, agachar e, é claro, sentir as contrações.

CONTATO PELE A PELE E AMAMENTAÇÃO
Assim que o bebê nasce, independente da via de parto, deve ser levado aos braços da mãe e colocado para mamar. Normalmente, o bebê só é mostrado para a mãe e levado para o berçário, onde passa horas afastado dela. 

FALTA DE ATENDIMENTO NO ABORTAMENTO
A mulher que sofreu um aborto, independente dele ter sido provocado ou espontâneo, deve ter atendimento médico adequado, sem qualquer tipo de julgamento ou comentários preconceituosos.

Fonte: http://www.maesdepeito.com.br/o-que-e-violencia-obstetrica-saiba-se-voce-foi-vitima/

terça-feira, 27 de junho de 2017

O estupro é um ato COVARDE e ABOMINÁVEL, principalmente porque o "homem" faz valer da sua força física e da sua falta de empatia e de sentimentos para submeter a mulher. Um estuprador é um PSICOPATA.
Não interessa a roupa que a mulher use, o "homem" tem que aprender a administrar seus instintos, pois nem a roupa que a mulher veste, nem o fato de namorar ou ser casado nem os instintos são passe livre para o "homem" cometer esse CRIME ASQUEROSO. Sem essa de dizer que foi provocado e que ela pediu, pois são argumentos RIDÍCULOS.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Pelo bem das mulheres,o "casamento" com "homem" violento deve ser automaticamente cassado e o meliante recalcado deve ser definitivamente retirado do lar e preso.
Os casais que andam abraçados ou de mãos dadas na rua quando sozinhos tem brigas e até mesmo agressões estão vivendo um casamento de fachada, e isso não vale a pena.

domingo, 25 de junho de 2017

Um homem que chantageia, ameaça, intimida e grita com a namorada ou esposa não ama, pois estes atos são violência psicológica e quem chantageia, ameaça, intimida ou grita é incapaz de amar.
Um homem que bate na namorada ou esposa não ama, pois quem é violento é incapaz de amar.

sábado, 24 de junho de 2017

NÃO SE BATE EM UMA MULHER! QUEM BATE EM MULHER É CRIMINOSO!
Todas elas tem o direito de não serem assediadas e tocadas sem consentimento.
As mulheres merecem ser tratadas com amor, respeito e carinho.
As mulheres merecem ser acolhidas, valorizadas e tratadas como iguais.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Todo homem que agride mulher é INSENSÍVEL, DESUMANO, FRIO, DESRESPEITOSO, DESPROVIDO DE EMPATIA E SENTIMENTOS, CANALHA E MAU-CARÁTER.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

O ciclo de violência

A violência doméstica funciona como um sistema circular – o chamado ciclo da violência doméstica – que apresenta, regra geral, três fases:
1. Fase de aumento da tensão: as tensões cotidianas acumuladas pelo agressor que este não sabe/consegue resolver, criam um ambiente de perigo iminente para a vítima que é, muitas vezes, culpabilizada por tais tensões.
Sob qualquer pretexto o agressor direciona todas as suas tensões sobre a vítima. E os pretextos, que podem ser muito simples, são usualmente situações do cotidiano, como exemplo, acusar a vítima de não ter cozinhado ou cozinhado com sal a mais, de ter chegado tarde a casa ou a um encontro, de ter amantes, etc.

2. Fase do ataque violento: o agressor maltrata, física e psicologicamente a vítima, que procura defender-se, esperando que o agressor pare e não avance com mais violência.
Este ataque pode ser de grande intensidade, podendo a vítima por vezes ficar em estando bastante grave, necessitando de tratamento médico, ao qual o agressor nem sempre lhe dá acesso imediato.
3. Fase do apaziguamento ou da lua-de-mel: o agressor, depois da tensão ter sido direccionada sobre a vítima, sob a forma de violência, manifesta-lhe arrependimento e promete que não vai voltar a ser violento.
Pode invocar motivos para que a vítima desculpabilize o comportamento violento, como por exemplo, ter corrido mal o dia, ter-se embriagado ou consumido drogas; pode ainda invocar o comportamento da vítima como motivo para o seu descontrole. Para reforçar o seu pedido de desculpas pode tratá-lo com delicadeza e tentar seduzi-lo, fazendo-a acreditar que, de fato, foi essa a última vez que ele se descontrolou.
Este ciclo é vivido pela vítima numa constante de medo, esperança e amor. Medo, em virtude da violência de que é alvo; esperança, porque acredita no arrependimento e nos pedidos de desculpa que têm lugar depois da violência; amor, porque apesar da violência, podem existir momentos positivos no relacionamento.
O ciclo da violência doméstica caracteriza-se pela sua continuidade no tempo, isto é, pela sua repetição sucessiva ao longo de meses ou anos, podendo ser cada vez menores as fases da tensão e de apaziguamento e cada vez maior e mais intensa a fase do ataque violento. Em situações limite, o culminar destes episódios poderá ser o homicídio.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Planear a sua segurança

1) Se vive com o agressor:
Planeie a sua fuga de casa para uma eventualidade;
não tenha facilmente acessível armas, facas, tesouras ou outros objetos que possam ser usados como armas;
seleccione uma lista de pessoas em quem confia, para contactar em caso de emergência e coloque o seu contacto nas teclas de contato rápido do seu telemóvel;
estabeleça uma palavra chave código com amigos, familiares ou vizinhos para chamarem a polícia;
ensine as crianças a colocarem-se em segurança em caso de violência e de não o/a tentar salvar do agressor;
tenha sempre algum dinheiro consigo;
fixe todos os números telefônicos importantes (polícia, hospital, amiga/o);
saiba onde se encontra o telefone público mais próximo e se possuir telemóvel mantenha-o sempre consigo;
prepare um saco com roupas e deixe-o em casa de amigas/os ou no trabalho, para o caso de precisar de fugir de casa;
esteja preparada para deixar a residência em caso de emergência;
saiba para onde ir se tiver que fugir.
2) Durante a agressão:
Referencie áreas de segurança na casa onde haja sempre saída e o acesso a um telefone. Quando houver uma discussão evite a cozinha ou a garagem dado o elevado risco de aí se encontrarem facas ou outros objectos suscetíveis de ser usados como armas;
evite igualmente casas de banho ou pequenos espaços, sem saídas, onde o agressor possa aprisionar;
se possuir telemóvel mantenha-o sempre consigo e chame a polícia.
3) Se decidir sair de casa:
Tenha sempre consigo dinheiro, um cartão multibanco ou um cartão para utilizar um telefone público;
saiba a quem pode pedir abrigo ou dinheiro;
utilize uma conta bancária à qual o agressor não tenha acesso;
4) Quando efetivamente sair de casa:
Nunca leve bens que pertençam ao agressor, porque isso pode ser motivo de represálias;
guarde num só local B.I., certidões de nascimento dos filhos (ou B.I., cartões da segurança social, identificação fiscal, centro de saúde, passaporte, boletim de vacinas, carta de condução e documentos do automóvel, agenda telefônica, chaves (carro, trabalho, casa), livro de cheques, cartão multibanco e de crédito;
se tiver crianças, leve os seus brinquedos preferidos e os seus livros escolares;
se participar às autoridades policiais peça, se necessário, no âmbito do seu processo penal, uma medida judicial de proibição do agressor a contactar. A violação dessa ordem judicial pelo agressor também é crime;
mude de número de telemóvel e bloqueie os endereços de e-mail do agressor;
tenha cuidado a dar os seus contatos pessoais (a nova morada, o novo número de telemóvel);
se necessário, altere as suas rotinas e os seus percursos habituais e conhecidos do agressor para casa, para o trabalho, para o ginásio, para as compras, ou outros locais. Se necessário mude, pelo menos provisoriamente, as lojas habituais, o ginásio que frequenta, etc;
Se possível, dê a conhecer a amigos, familiares, colegas a sua situação, uma vez que estes podem ajudar a controlar os movimentos do agressor.

terça-feira, 20 de junho de 2017

ATENÇÃO MULHERES! UM PSICOPATA NÃO MUDA NUNCA.

É importante saber quebrar os laços no primeiro sinal de perigo, lembrando-se sempre: Ninguém modifica um psicopata, nenhuma mulher, nenhum psiquiatra, nenhuma prisão; são seres imutáveis, ervas daninhas que devem estar fora do convívio da sociedade. Após o ataque ele não sente culpa, mas fingirá a culpa para poder reatar, dizendo que não teve a intenção; fingirá um arrependimento enorme e chorará pedindo perdão, ou seja, irá se fazer de vítima e culpar a mulher, que é a inocente. Os ataques de ira, as intimidações, a violência com chantagens, tapas e pontapés e o sadismo exacerbado e muito latente são boas maneiras de perceber que se trata de um psicopata. Portanto, ao primeiro desses sinais, recusem-se a fazer o que ele pede, se imponham e se mostrem contra as vontades dele, com determinação e sem nenhuma pena. Amem-se em primeiro lugar.

domingo, 18 de junho de 2017

Nenhum homem tem o direito de agredir e matar uma mulher, pois ela tem o direito de recusar o que ela não quiser. NÃO é NÃO.

É ridículo como os médicos agridem e estupram as mulheres, gestantes ou não, mediante vontade própria, e quando elas não querem corresponder ao desejo deles de abusar sexualmente ou fazer procedimentos médicos abusivos.
É ridículo como os chefes/superiores/colegas agridem e matam as mulheres quando elas não querem corresponder aos desejos e as vontades deles.

É ridículo como os homens agridem e matam as mulheres quando elas não querem corresponder ao desejo deles de namorar ou se casar.
É ridículo como os namorados/maridos agridem e matam as namoradas/esposas quando elas não querem mais namorar/viver com eles.

É ridículo como os homens agridem e matam as mulheres quando elas não querem corresponder as cantadas que eles dão, independente de ser na rua, nas baladas, nos eventos universitários...
Elas não são obrigadas a corresponder ao que esses marginais querem. Cabe a eles ter consciência que NÃO é NÃO. Esses bandidos tomam essa atitude sórdida e recusam o não delas por que não tem empatia, sentimentos, respeito, consideração, maturidade, e também por ruindade e mau-caratismo. Esses psicopatas tem é que ir para a cadeia, e ficar longe do convívio social.

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Toda mulher tem o direito de viver sem violência

Enquanto tem "homens" que agridem fisicamente as mulheres, outros agridem nas palavras, a língua não tem osso, mas é o suficiente para ferir e cortar o coração. Se não querem amar, ser românticos, dar palavras de conforto e solidariedade, acolher, respeitar, tratar bem, dar carinho, tratar com igualdade e se colocar no lugar delas, deveriam se abster de procurar mulheres e assumir a homossexualidade, pois a violência machista desses bandidos recalcados pode ser traumática para o resto da vida delas. Melhor ficar sozinha do que namorar ou se casar com um psicopata e viver um grande sofrimento. Pense nisso mulherada!
Elas tem o direito de viver sem violência e ponto final!
E não precisam passar por uma situação dessas.

terça-feira, 13 de junho de 2017

O QUE VAI ACONTECER QUANDO A MULHER AGREDIDA CHEGA A DELEGACIA?

A providência inicial é garantir proteção à mulher e seus familiares. Em seguida, a autoridade policial comunicará a ocorrência ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para as ações protetivas. Se necessário, a vitima será encaminhada ao hospital, ao posto de saúde ou ao Instituto Medico Legal, por sua vontade, para exames e medidas relativas à preservação de sua saúde. Se houver risco de morte, a DEAM poderá ainda encaminhá-la para Casa Abrigo.
Fonte: Lei Maria da Penha, pelo fim da violência contra a mulher
Secretaria da Mulher.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

No que concerne a violência contra a mulher, o silêncio é o inimigo número 1. Afinal, é dele que os agressores/assassinos se utilizam para cometerem os seus crimes monstruosos.

domingo, 11 de junho de 2017

Quando um parceiro agressor não presta, também não prestam a família e os amigos dele, por que dão apoio e concordam com os abusos.

sábado, 10 de junho de 2017

MULHERES, PENSEM TRÊS VEZES ANTES DE PARTICIPAR DE EVENTOS UNIVERSITÁRIOS COMO FESTAS E JOGOS.

Este alerta tem fundamento, uma vez que eventos universitários costumam ter muita violência contra as mulheres através de "músicas" e "piadas" machistas, apologia ao estupro e a violência, abuso sexual, assédios moral e sexual e os atos de violência propriamente ditos, como estupro e violência física e psicológica (bullying). Estes estudantes violentos normalmente são usuários de drogas, alcoólatras, usam armas, tem um histórico de desestruturação familiar que inclui parentes e familiares presos, com passagem pela Polícia ou que respondem a processo judicial, não sentem empatia, são frios, calculistas, prepotentes e arrogantes, tem transtornos de personalidade, demonstram problemas de conduta desde a infância e carregam histórico de delinquência na juventude.
Mulheres lindas do meu coração, pensem nisso.

ENTÃO MULHERADA, DENUNCIEM ESTES ALUNOS SEM PENA NENHUMA.
ELES SÃO CRIMINOSOS E LUGAR DE CRIMINOSO É NA CADEIA.

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Mulheres falam de violência psicológica para alertar mais vítimas

A violência dentro de casa não se resume à agressão física e a campanha #MasEleNuncaMeBateu se propõe fazer esse alerta.

“Ele jogou um copo de cerveja na minha cara, porque achou que o amigo dele estava dando em cima de mim. Na frente de todos os meus amigos, na frente dos meus irmãos, na minha festa de aniversário. Mas ele nunca me bateu”. Esse é apenas um dos relatos que compõe o vídeo da campanha #MasEleNuncaMeBateu, lançado há poucos dias pelo projeto carioca Todas por Todas.
A ideia da campanha é alertar para o grave problema do abuso psicológico, que é uma das formas mais comuns de violência doméstica e também a que mais passa despercebida. As marcas desse tipo de agressão podem não ser visíveis na pele, mas deixam feridas internas profundas. Só que muitas mulheres se submetem a esse tipo de coisa, pois o abuso psicológico e moral é constantemente minimizado e naturalizado na sociedade.
Milhares de mulheres estão vivendo relacionamentos abusivos e sofrem caladas, por vergonha, medo ou por acreditarem que tudo isso é normal. E é por isso que falar a respeito do problema é algo tão urgente. Nem uma forma de violência deve ser tolerada!
Para quem quiser participar dessa rede de conscientização, a campanha convida todas as mulheres que já passaram por isso a quebrarem o silêncio, postando relatos na página do Todas por Todas no Facebook ou utilizando a hashtag  #MasEleNuncaMeBateu. No Rio de Janeiro, as meninas também estão distribuindo lambe-lambes pelas ruas e realizando atos coletivos que podem ser acompanhados através da rede social. Que tal se unir à causa?

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/estilo-de-vida/mulheres-falam-de-violencia-psicologica-para-alertar-mais-vitimas/


terça-feira, 6 de junho de 2017

Como detectar os primeiros sinais de um relacionamento abusivo

Algumas pistas que podem até parecer bobas - mas não são! - deixam claro que é melhor tomar uma providência antes que essa relação faça mal demais a você

Normalmente, quando alguém está em relacionamento abusivo, só percebe quando os abusos já estão no auge – com uma pessoa sendo manipuladora, mentirosa, passivo-agressiva e a outra sentindo medo e nenhum conforto, entre outros sinais.
A pessoa abusada pode demorar a perceber por achar que ‘é o jeito dele’, ‘é a forma de ele me amar’. E também por achar que os abusos são normais, fazem parte de qualquer relação, por já vir de outros relacionamentos abusivos”, afirma a psicóloga cognitivo-comportamental Carina Welter. “É comum pessoas de fora perceberem antes da própria abusada”, conta.
Muito disso se deve ao fato de a relação abusiva nem sempre envolver violência física, principalmente no começo. “Ela pode ser caracterizada por abuso social e emocional. Uma relação abusiva se refere à dinâmica das partes, à dominação, à submissão”, explica a psicóloga Marina B. Mauaccad, da PDH Psicologia.
Ela cita a psicóloga norte-americana Abby Rodman e diz que nem toda briga em que as pessoas dizem coisas de que se arrependem é um sinal de abuso, mas quando há muito gasto de energia para manter a felicidade – própria ou do casal –, algo está errado.
Com a ajuda de Carina e Marina, listamos os primeiros sinais de um relacionamento abusivo. Aqueles que precedem o abuso em si e que podem passar por bobagens. Fique atenta a eles para decidir o que fazer: pular fora antes que isso progrida e a relação comece a lhe fazer muito mal ou lutar pelo relacionamento (que só terá alguma chance se a outra pessoa admitir que existe um problema e o casal contar com o auxílio de uma terapeuta).

A pessoa “brinca” de te humilhar na frente dos outros
É só você não ouvir algo direito para ser chamada de burra ou de surda, e se você tiver alguma encanação com a própria aparência, pode saber que a pessoa dará um jeito de fazer você lembrar disso na frente dos outros. Mas tudo “na brincadeirinha”, sabe? “Olha o tamanho do prato dela, depois tem medo da balança”, “Ih, gente, vai chover, vamos correr porque ela morre de medo de estragar a chapinha”, “Ela é tão exagerada, imagina que isso é motivo para brigar comigo?” são os tipos de frases que você pode ouvir. Só que todo mundo ri, acaba sendo tão engraçado… Não é, não, é humilhante e não é saudável.

Ela conta fatos constrangedores sobre você para amigos
Tem coisas de casal que devem ficar apenas entre o casal: detalhes do que acontece no sexo ou algo sobre a infância ou adolescência que te deixe chateada até hoje e que você contou em confiança, por exemplo. Mas para a pessoa que abusa, essa regra não existe. Ela vai contar para amigos que você fez um pum enquanto vocês transavam ou que ninguém foi à sua festa de 8 anos. E se você ficar braba, ela fará pouco, dirá que não tem nada demais. Tem sim, isso é quebra de confiança.

A pessoa te chama por apelidos de que você não gosta
Existe uma regra na escola sobre apelidos: quanto mais você se mostra incomodada com um apelido, maiores as chances de ele pegar. Quem tem perfil abusador leva essa provocação para o relacionamento adulto a dois. Então, se você não gostar de ser chamada por um diminutivo do seu nome, essa será exatamente a forma como será chamada no relacionamento. Só que ninguém mais está na sexta série, né? Respeito entre o casal é bom e mantém a união.

Segundo os relatos desta pessoa, todas as exs têm muitos defeitos
Mesmo que você não pergunte, saberá que uma ex era muito fresca, a outra era dominadora, a outra estava sempre atrasada. Todas tinham muitos defeitos, e por isso os relacionamentos não deram certo. Isso é uma forma de fazer você se sentir bem para, depois, relevar os pequenos abusos que começam esta lista. Se estiver saindo com alguém que goste de falar mal de ex, saiba que você não é especial: é apenas a próxima de quem se falará mal.

Ela fala mal de suas amigas e de seus amigos logo depois de conhecê-los
Suas amigas e seus amigos fazem parte da sua vida porque você escolheu, porque vocês têm afinidades. Falar mal deles todos é praticamente uma forma de falar mal de você, além de ser uma tentativa de te isolar e torná-la dependente de estar com essa pessoa para estar acompanhada. Lembre-se sempre do maior ensinamento que as Spice Girls nos deixaram: “if you wanna be my lover, you gotta get with my friends” (em tradução livre, “se você quer ficar comigo, tem que se dar bem com meus amigos).

Você não consegue ser espontânea no relacionamento
O mínimo que se espera quando se tem uma relação próxima e/ou íntima é poder ser espontânea, falar e fazer o que quiser perto dela. Se você para para pensar se será ridícula ou, principalmente, se a outra pessoa poderá usar contra você suas palavras e suas atitudes, você já está sendo manipulada. E manipulação é abuso.

Está em dúvida se está em um relacionamento abusivo? Faça este teste para tentar enxergar melhor a situação.

Quem sofre abuso não está só: se você ou outra conhecida estiver precisando de ajuda, ligue para o 180, Central de Atendimento à Mulher.
Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/amor-e-sexo/primeiros-sinais-relacionamento-abusivo/