segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Nenhuma mulher gosta de assédio e de cantadas. Fiu fiu é abuso

Primeiro vem a cantada. Depois insinuações desrespeitosas. Aí quando não rola uma conexão (quase sempre), chega o momento de partir para o assédio sexual. 

Esse ciclo, familiar para mulheres do mundo inteiro, é uma forma de violação dos direitos humanos que se torna devastadora para o fator psicológico da mulher. Em parte dos casos, a condição física também é violada e compromete os princípios da intimidade e dignidade da pessoa humana.

As queixas são variadas. É a mãozinha boba no ônibus ou metrô, aquele grito ofensivo no meio da rua - na frente de todos promovendo uma exposição desnecessária - ou o patrão no trabalho que se aproveita da condição hierárquica para oprimir e obter vantagem sexual das mulheres. Segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho) 52% das mulheres já sofreram assédio no trabalho.

Para conhecimento: Com a Lei nº 10.224, o assédio sexual passou a ser considerado crime e agora faz parte do Código Penal Brasileiro, inserido no artigo 216-A. 


Caso precise de ajuda, você pode procurar a Delegacia de Defesa da Mulher na sua cidade ou pelo Disque 180

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